Já faz algum tempo que tenho recebido e-mails e sido abordado por pessoas que me questionam sobre igreja Emergente. Tenho amigos que estão no centro do diálogo lá nos EUA e participei de um evento voltado para o tema, em 2005 na Califórnia. A comunidade Projeto 242 onde sirvo como pastor tem sido chamada de “emergente” e já recebeu elogios e também críticas por causa disso. Um artigo sobre igreja Emergente em um blog que eu acompanho (e respeito) citou ou Projeto 242 de maneira a sustentar aspectos negativos do “movimento”. Confesso que fiquei chateado quando li o artigo, principalmente porque o “argumento” partiu de uma frase extraída de um texto em nosso site e a pessoa que o escreveu nem sequer nos conhece, nunca falou com nenhum de nós para saber o que realmente acreditamos e entender nossa proposta de ser igreja e seguir Jesus. Portanto, devo começar a postar aqui uma série de reflexões sobre igreja Emergente e, principalmente, sobre o que eu creio em relação a Igreja (e, inevitavelmente, o que creio acaba refletindo bastante no que é o Projeto 242). Pelo menos, quando nos criticarem novamente, poderão fazer com um pouco mais de “fundamento” (apesar de que eu gostaria de dar um conselho para os críticos de plantão: procure andar com uma pessoa antes de dizer algo negativo sobre ela). Para início de conversa sou evangélico, mas não sou Evangélico; sou pentecostal, mas não sou Pentecostal; sou cristão, mas não sou Cristão; sou apostólico, mas não sou Apostólico; sou católico, mas não sou Católico; sou protestante, mas não sou Protestante; sou calvinista, mas não sou Calvinista; sou arminiano, mas não sou Arminiano; sou liberal, mas não sou Liberal; sou conservador, mas não sou Conservador; sou fundamentalista, mas não sou Fundamentalista; e, sou emergente, mas não sou Emergente. Antes de me acusarem de esquizofrenia espiritual ou de usarem a confissão acima como prova de que estou seguindo a tendência pós-moderna de pluralismo e relativismo, o que quero dizer com tudo isso é simplesmente que estou numa fase da vida que não estou muito ligado a Etiquetas e Rótulos. Etiquetas e rótulos podem ser falsificados. Etiquetas e rótulos não dizem toda a verdade. Etiquetas e rótulos geram competição. Não me parece sábio julgar uma pessoa apenas pela etiqueta que ela usa. Da mesma maneira, se você apenas ler o rótulo da embalagem e não provar o que está no interior, não saberá jamais qual é o sabor. Afinal de contas, não foi um profeta quem certa vez disse: “Deus não vê como o homem; o homem vê a aparência, mas Deus vê o coração”? Então eu vou falar sobre Igreja Emergente, mas não pretendo ficar preso a rótulos e etiquetas e espero que você também não.
Caro Rev
Meu nome é Jarbas. Moro no rio Grande do Sul e pastorei o uma igreja batista.Tenho lido e ouvido muito sobre igreja emergente (em livros e blogs) e tenho me sentido desafiado
gostaria de saber como está sendo sua experiência com issi no Brasil. eu tive um impacto grande no meu ministério quando conheci o Rob Bell e agora estou lendo Brian Mclaren
Realmente queria saber como esse negócio funciona no Brasil. Lendo teu blog me identifiquei com o post acima e achei deveras interessante o lance da tatuagem do ganso…
se quiseres, me dê um retorno
Sandro, por acaso descobri seu novo blog e já me tornei leitor assíduo.
quanto à crítica feita ao 242, considero imaturidade tecer comentários negativos a partir de uma frase do site. o indivíduo não se deu nem ao trabalho de ir a um culto ou conhecer um pouco melhor nossa comunidade! falta de respeito…
Criticas são legais.
Muito obrigado irmão (e não Irmão),
aguardo cada post, não com curiosidade mas com satisfação em ver na prática funcionando, e no Brasil, um punhado de teorias que não suportam se rotular ortodoxia/teologia mas que não passam disso enquanto não saem dos Posts e da cabeça dos Bloggers.
Enquanto não posso te visitar, por favor, conta um pouco da história do Projeto 242 e de que forma vocês se identificam com o movimento de igrejas emergentes .
Abraços,
Verdade Jota…
Pra mim a crítica foi ótima, fez até o Sandro escrever sobre igreja emergente…
Sempre um prazer ler seus posts Sandro. No que eu puder te estimular a escrever…tô aí…
Concordo Jota, criticas, apesar de incomodas, estimulam mais que elogios…
Sandro….A igreja emergente creio que veio para quebrar paradigmas e dialogar com nossa sociedade pos-moderna, sem quebrar questões de espiritualidade e vida cristã. Simplesmente tem uma proposta inovadora e inteligente…..Gosto do P242 e creio ser um referencial para jovens….
Abraços
gostaria de saber um pouco mais sobre a Igreja Emergente, pois achei muito interessante a sua proposta. Sou moradora do Rio de Janeiro
tenho acompanhado alguns de seus temas abordados,e tenho visto com tamanha propriedade vc aborda . Que possa mudar o metodo ,igreja emergente ou não o importante é que a palavra seja anunciada.Sou de Campinas-SP e trabalho com missôes urbanas através da CAVERNA DAS TRIBOS acesse o nosso blog cavernadastribos.blogspot.com vai ser uma honra para nós o seu acesso.DEUS te abençoe
Sou Pastor ,mas atualmente encontr-me aposentado por incapacidade física,mas não quero parar,então o Senhor têm me dado um projeto via internet.Me parece que encontrei o que procurava a muito tempo,pouco sei sobre a Igreja Emergente,mas gostaria de saber mais e manter contatos.AMÈM.
Em tempo me parece vir a encontro a muitas posiç~es que tenho tomado em relação o que é realmente Igreja hoje tenho procurado conhecer um pouco mais a Igreja primitiva e tenho sentido uma distancia muito grande e isto é que têm me levado a criar um novo projeto.
Moro na cidade de Passo Fundo RS.
Se a igreja emergente tiver que ensinar a ser como tal, com doses de livros, palestras, passos, receitas, pronto acabou submergiu. O ser humano em Jesus tem que ser como Jesus livre como a água e envolvente e flexivel como o vento. O evangelho é o evangelho sem placas e dogmas doutrinárias e muito menos com fórmulas. Mas o negocio é dar certo isso que eu acho. Obrigado Fik com Deus.