“Quando as pessoas começam a ir além da caridade em direção à justiça e solidariedade com o pobre e oprimido, como Jesus fez, elas encontram problemas. Uma vez que nos tornamos amigos de verdade de pessoas oprimidas, começamos a perguntar porque as pessoas são pobres, algo que não é tão popular como doar para caridade. Um de meus amigos tem uma camiseta com as palavras do finado bispo católico Dom Helder Camara: ‘Quando eu alimentei os famintos, eles me chamaram de santo. Quando eu perguntei porque as pessoas estavam passando fome, eles me chamaram de comunista.’ Fazer caridade conquista aplausos e medalhas, mas unir-se aos pobres faz você ser morto. Pessoas não são crucificadas por fazer caridade. Pessoas são crucificadas por viver um amor que rompe com a ordem social, invocando um novo mundo. Pessoas não são crucificadas por ajudar os pobres. Pessoas são crucificadas por se unir a eles.” Shane Claiborne, The Irresistible Revolution.
Uma escritora estrangeira citando um bispo católico brasileiro!
Bela citação! Desafiadoras palavras!
Oi Daniel, só para constar, Shane Claiborne é homem, veja uma postagem sobre ele no dia 30/01/2008.
[...] fonte: http://www.sandrobaggio.com/?p=23 [...]
Nunca tinha pensado por esse lado, por isso que quando queremos estreitar o relacionamento com os mais necessitados (e não ficar somente na doação) encontramos resistência até dentro de casa, até mesmo quando o lar é cristão.