
Glenn Kaiser é um dos meus artistas favoritos, tanto em sua carreira de vinte e poucos anos com a sua banda Ressurrection Band, como em seus trabalhos solos de blues e adoração e em anos recentes com sua banda de blues GKB. Mas além de excelente músico e compositor, Glenn Kaiser é também pastor na JPUSA (Jesus People USA), uma comunidade cristã alternativa no lado centro- norte de Chicago, onde ele vive com aproximadamente 500 pessoas, um estilo de vida que revive Atos 2.42-47. Tive a oportunidade visitar JPUSA em duas ocasiões e no início do Projeto 242 e posteriormente do Projeto Toque, confesso que fomos muito influenciados por aquilo que testemunhei lá. Como uma espécie de porta-voz do Cristianismo alternativo nos EUA (não que ele reivindique tal título; longe, bem longe disso), Glenn Kaiser tem escrito alguns posts sobre igreja emergente em resposta a perguntas que ele recebe de pessoas ao redor do mundo. O mais recente deles foi traduzido e publicado no Renovatio Café. Com a experiência de quem se converteu a Cristo em 1970 e tem seguido a jornada cristã de modo alternativo no últimos 38 anos, Kaiser expressa algo que eu acredito ser fundamental neste momento de transição quando os ventos estão soprando (ou clamando por) uma nova Reforma, ou seja, a necessidade de aprender a dialogar:
“Uma coisa é aprender graciosamente, através de um debate amigável, e outra é atacar, criticar duramente e finalmente separar-se devido a “disputas sobre palavras”. Deus é testemunha de que muitas vezes este tem sido o nosso comportamento e nós mesmos acabamos passando uma péssima impressão de quem somos, e pior ainda, do que “a igreja” realmente é.”
Um das coisas que eu tenho falado com muita gente neste diálogo e conversação, é a necessidade de não perder de vista o referencial da Palavra de Deus. Em muitos lugares, a conversa emergente parece querer abrir mão das Escrituras de tal modo que corre-se o risco de cair na falácia do pós-modernismo de que tudo é relativo. Glenn Kaiser sustenta a necessidade de se manter submisso à Escrituras:
“As interpretações são chave, e é claro que há uma grande variação sobre muitas coisas entre aqueles que buscam e seguem a Jesus… porém tem que haver respeito pela Palavra…ou então as minhas palavras/suas palavras ou as palavras de alguém que não seja a palavra de Deus podem muito bem assumir um posto quase canônico em nosso pensamento.”
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Fala Sandro ! e aí cara ?
olha só, li o post “saudosimo saudavel”… cara não tem como não se emocionar , bmuito legal, só tenho uma coisa a dizer…” Sinto-me honrado em ter lutado ao seu lado”, valeu mano !
Abração a você a Mara, Michele e Lucas e atodos do P242 !
Definitivamente a “nova” teoria desconstrutivista foi o que mais me interessou… Mas é na Graça e misericórdia que encontramos validação para os varios pontos de vista argumentados pelo Kaiser.