Dentro de todas as igrejas, negócios ou organizações sem fins lucrativos que precisam mudar, há um grupo de pessoas bem informadas, com uma consciência aguda das transformações que precisam acontecer. Elas voltam toda a noite para casa e atazanam seus cônjuges. Reúnem-se na sala do café e se queixam. Entretanto, dia após dia, vão trabalhar resignadas, acreditando que nada mudará. Estão convencidas de que a tentativa de se introduzir mudanças seria um custoso exercício de tempo, além de potencialmente arriscado. Então, permanecem caladas e ficam olhando para o relógio. Não lhes falta a percepção para descobrir o que precisa acontecer: tais pessoas simplesmente não têm coragem de fazer nada a respeito da situação. O líder é alguém que tem coragem de dizer em público o que todos estão sussurrando em particular. Não é a percepção que distingue o líder da multidão. É a coragem para agir de acordo com o que ele enxerga, para falar em alto e bom som, enquanto todas as outras pessoas optam pelo silêncio. Os líderes da próxima geração são aqueles que preferem contestar as coisas que precisam de mudança – e pagar o preço por isso – a permanecer quietos e morrer por dentro.
(Andy Stanley, O Líder da Próxima Geração, pp. 50-51 Editora Vida)
Isso me faz lembrar do que William Wallace disse ao nobre Robert Bruce em Coração Valente: “As pessoas não seguem títulos, elas seguem a coragem.”
Muito bom o texto Sandro! e coragem é perseverança, ânimo, firmeza e etc…ou seja, sem essa coragem, com certeza não iremos muito longe…
A segunda palavra mais importante nesse texto, fora o proprio assunto, eh “contestacao”.
Gostei da parte:
“Os líderes da próxima geração são aqueles que preferem contestar as coisas que precisam de mudança – e pagar o preço por isso – a permanecer quietos e morrer por dentro.”
see ya
sabe qdo vc faz sua parte e parece que é diferente do mundo todo, como não jogar lixo no chão, economizar energia ou água
– enquanto o vizinho lava deliberadamente a calçada- e coisas simples assim…
então vc é criticado: só vc faz isso…
pois é, é preciso ter coragem ate para fazer as coisas mais simples do mundo e que deveriam ser parte do hábito das pessoas e não motivo de exclamação!
Muito bom o texto!
Realmente falta coragem…
concordo com o charles oliveira “sá”
Em um tempo onde líderes evangélicos agem como monarcas absolutistas, vitalícios e com direito de passar o bastão para filhos ou genros, esse artigo é revolucionário. Para eles que ensinam que as maiores virtudes dos liderados, são submissão e obediência cega, esse texto pode ser interpretado como sinônimo de rebelião. Parabéns pela postagem.www.juberdonizete.blogspot.com/