Arquivos para o mês de: February, 2009

Se eu souber perfeitamente a língua e falar como um nacional, mas não tiver o amor de Deus, não sou nada.

Se tiver diplomas e títulos e souber todos os métodos, mas não tiver o toque compreensivo do amor de Deus, não sou nada.

Se for capaz de questionar com sucesso as religiões e ridicularizá-las, mas se não tiver a atraente nota de amor de Deus, não sou nada.

Se tiver toda fé e grandes idéias, planos magníficos, mas não tiver o amor que sofre, sangra, chora, ora e intercede, não sou nada.

Se der minhas roupas e dinheiro e não amá-los, não sou nada.

Se desistir de todos os planos, deixar minha casa e amigos e fizer o sacrifício de uma carreira de missionário e depois ficar amargo e egoísta por causa dos aborrecimentos diários e das deficiências da vida missionária, então não sou nada.

Se puder curar toda sorte de enfermidades e doenças, mas magoar corações e ferir os sentimentos em nome do amor de Deus, não sou nada.

Se puder escrever artigos e publicar livros que recebam aplausos, mas falhem na transmissão da palavra de amor da cruz, não sou nada.

…se não tiver amor

Adaptação da tradução de 1 Coríntios 13 feita por um missionário pioneiro do sul da África (HIEBERT, Paul G. O Evangelho e a Diversidade das Culturas. São Paulo: Vida Nova, 2001. p. 273).

Encontrado no site da Missão Horizontes aqui.

Em Novos Ministros para uma Nova Realidade (1987), Caio Fábio desafia os novos ministros a aprender a ser homem do mundo sem jamais deixar de ser homem de Deus.

Sobre o homem de Deus

“Em geral, a figura do homem de Deus é aquela do semi-arrebatado; um híbrido entre os humanos e os anjos, um reverendo Gabriel, um querubim vestido de pastor, uma coisa desse tipo. Ou então, é aquela do homem que resolve encarnar o mundo – e se torna mundano! Vai-se a marca, o sinal, o signo da relação com Deus.
É preciso ser homem identificado com a sua hora, o seu tempo; o jeito e a linguagem da sua geração, mas manter dentro de si as insofismáveis marcas do homem de Deus.”

“Ouvir centenas de respostas diferentes para esta questão de centenas de pessoas diferentes faz você imaginar: O que torna algumas pessoas mais conscientes de sua mortalidade do que outros? O que motiva pessoas a agir em suas vidas? Quais valores temos como sociedade? E quais valores outras sociedade ao redor do mundo acham importantes?”

Do site What do you want to do before you die? de Nicole Kenney and ks rive, uma exposição de centenas de polaróides com fotos e respostas de pessoas a esta pergunta. Show!

Antes de morrer eu quero

Visto primeiro no PavaBlog.