De todas as postagens que fiz, A Cabana é a mais comentada até agora. Isso deve ser um reflexo do sucesso deste livro que continua em primeiro lugar na lista dos mais vendidos da Veja após 27 semanas e continua comovendo muitas pessoas com sua leitura envolvente e perturbando outras por suas “licenças” teológicas. O Caio Fábio escreveu um breve comentário que de muitas maneiras expressa o que sinto também em relação ao livro e expressei na minha primeira postagem (no sentido das palavras colocadas na boca de Deus). O Deivinson do blog Recados do Céu postou uma crítica com 13 “heresias” que ele encontrou no livro. Alguém comentou que A Cabana é um grande livro assim como a Bíblia. Eu discordo dessa afirmação. O livro A Cabana só tem o poder de consolar, confortar, despertar fé e confiança nos seus leitores porque seu autor está tentando expressar através dele verdades bíblicas. Mas A Cabana é apenas um livro, enquanto a Bíblia é o livro dos livros. Uma coisa que é importante notar é que, todas as vezes que o autor de A Cabana acerta em seu texto, ele só acerta porque está refletindo a revelação da Bíblia sobre Deus. Não há como saber que Deus é bom, que Deus ama a todos, que Deus oferece perdão e graça, que Ele tem o poder de redimir e curar os corações, a não ser pela revelação das Escrituras. Caso contrário, tudo isso seria apenas uma opinião pessoal, uma suposição, talvez mesmo um wishiful thinking. Arrisco dizer que todas as vezes que o autor “foge” das Escrituras, ele expressa somente sua opinião e, em alguns casos, erra. As Escrituras são a única fonte confiável para se conhecer Deus. Fazemos bem, em todos os casos, seja após a leitura de A Cabana, seja após a pregação de um “pseudo-apóstolo” qualquer, conferir o que lemos e ouvimos com o que dizem as Escrituras. Sigamos o exemplo dos crentes de Beréia em Atos 17. Analisando tudo, retendo o que é  bom…