Archive for May, 2009
2009
Espírito de Pastor
Me enviaram por e-mail o texto abaixo, escrito pelo Caio Fábio. Trata-se de uma boa reflexão e exortação sobre o tema do ministério pastoral. No Projeto 242 temos seguido por esse caminho de desmistificação de cargos e funções desde o início. Às vezes, aparece entre nós pessoas possessas por esse “espírito pastoral”, mas logo percebem que vieram ao lugar errado e partem em busca de outros pastos menos avisados.
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“Pastoreai o Rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho.”
Na Primeira Carta de S. Pedro 5:2-3
Um depoimento e um conselho
Há uma coisa que deveria ser pejorativamente chamada de “espírito de pastor”, e essa tal coisa é uma casta existencial difícil de deixar a gente.
O fato é que há muita gente “possessa desse espírito”, o qual tira da pessoa a possibilidade de ser ela mesma, fazendo dela um clone psicológico de um modo de sentir completamente artificial, e sem espontaneidade humana com os outros e com a própria pessoa.
Eu só tinha 18 anos e meio, e era apenas um menino amante de Jesus. Pregava em toda parte. Não queria ser pastor e nem ordenado. Desejava apenas pregar, e pregava. Aos 21 anos, me ordenaram, mesmo sem que eu tenha aceitado as imposições da denominação para ordenar ministros.
Então, logo começaram a me chamar de “Reverendo”. Aquele garoto livre, agora, de súbito, da noite para o dia, era o “Reverendo Caio”. Aí o tratamento passa a mudar: O melhor lugar na casa, na mesa, na sala, no salão, no aniversário, no funeral, nas festas de casamento, nas bodas, etc. As pessoas começam a ver o “sacerdote”, o homem diferente dos homens, o santo, o ungido do Senhor, o anjo da igreja…; e também se percebe que as pessoas mudam com você; mas raramente se percebe que depois de um tempo, muito suave e lentamente, você também aceita a mudança que fizeram acerca de você. Ora, é aí que nasce o “espírito de pastor”!
Então, começa a transformação do ser humano numa figura totêmica, um totem erguido para a manutenção de tudo: Ele é santo pelos outros; é puro pelos demais; é quem não se diverte pelos que se divertem; é quem não fica doente para poder curar; é quem “estuda Deus” e “entende de Deus”, a fim de poder explicar; e é quem é exemplo para se fazer clones comunitários. Se ele não casa os que se casam, eles se ressentem e magoam. Se ele está viajando quando alguém morre, ele abandonou o moribundo. Se ele está de férias, a igreja pode esvaziar. Ou seja: sem ele, nada do que foi feito de fez ou se faz! Vivendo sob tais responsabilidades e honras, o indivíduo vai virando pajé e não sente. Ou, em muitas ocasiões, passa a gostar mesmo de ser essa figura totemizada para a “igreja”.
Ora, é nesta necessidade que o povo tem de ter “sacerdotes” e “figuras cultuadas”, que tanto os bem intencionados se corrompem entregando-se ao “espírito de pastor”; como também os lobos se aproveitam e tiram as carnes do rebanho.
De fato, os ministérios pastoral, episcopal, apostólico ou de qualquer outra natureza já carregam em si próprios o germe do poder desse imantamento espiritual. As pessoas olham para qualquer desses “seres” — “ungidos” formalmente para tais posições —, como “ungidos do Senhor”; aqueles contra os quais não se pode ter uma opinião, pois, em assim sendo, Deus mesmo punirá os “rebeldes”, ou “hereges”, ou “desviados”. Imagine quanto poder isto significa! Ali está um homem que é visto como “o homem de Deus” no meio dos demais homens “normais”, e, de tal projeção, pode nascer apenas o “pastor clerical”, como também pode vingar qualquer maluquice!
Eu tenho por certo que todos os modos de clericalismo são malignos em relação à saúde do indivíduo que carrega o peso cultural dessa “posição”.
E a comunidade também fica adoecida! Sim, porque enquanto ela vê o líder com tais olhos, ela não cresce; ao contrário, se infantiliza; e jamais aprende a andar com as próprias pernas.
Ora, o verdadeiro pastor cuida, não domina; ajuda, não controla; alimenta, não explora; só se faz notado em caso absolutamente necessário; e deixa a porta aberta, de tal modo que todos entram e saem e acham pastagem.
A analogia do Bom Pastor em João 10, todavia, é perfeita no seu todo apenas em relação a Jesus, e a mais ninguém. Isto porque em relação a Jesus todos nós somos apenas ovelhas do rebanho.
Porém, em relação a nenhum “outro pastor”, nós devemos ser “ovelhas do rebanho”; posto que ser ovelha de Jesus já nos põe na condição de só ouvir a voz de um homem se ela for de acordo com a Voz do Único Pastor; do contrário, a ordem de Jesus é para não “seguir a voz do estranho”, pois somos o Rebanho de Deus.
Portanto, o verdadeiro pastor de homens é apenas mais um do rebanho único, sendo somente uma ovelha que já se deixou ensinar um pouco mais pela voz do Único Pastor. É na Sua fidelidade e reconhecimento à Voz do Pastor que ele se qualifica para ser pastor entre ovelhas, pois, conforme Pedro, ele se torna “modelo do rebanho”.
Assim, é o caminho da ovelha seguindo o Pastor, o que a torna uma ovelha-pastor; visto que seu passo e obediência estabelecem referência para as demais.
O problema é que alguns “pastores” e clérigos pensam que são os “Jesuses” da comunidade; e, diferentemente de Jesus, transformam-se nos lobos que não amam as ovelhas, mas apenas os privilégios e poderes que delas “arrancam”.
E como agravante, a “igreja”, por ser pagã ainda em sua essência, precisa desses “pastores tiranos”, pois, como associam a “figura clerical” ao “representante de Deus”, sentem-se objeticamente mais seguras se têm um déspota dizendo o que fazer, o que não fazer, com quem casar ou não, e quem é quem.
“Não é assim entre vós!”— disse Jesus!
Foi por esta razão que Jesus tirou as roupas de cima e se cingiu de uma toalha e passou a lavar os pés dos discípulos. Sim, porque liderar é, sobretudo, poder lavar pés e servir em nudez.
Na realidade, além de tudo o que o gesto de Jesus ensina, nele também vemos o modelo existencial do significado da liderança: O líder serve em revelação de sua humanidade. E os liderados são servidos aceitando a humanidade de quem lidera servindo de modo humano. E Jesus disse a Pedro que ou seria assim, ou Pedro não teria parte com Ele!
Somente quando os líderes tiverem a coragem de fazer como Paulo e Barnabé, que rasgaram as roupas e expuseram sua nudez quando foram chamados de “deuses”, é que aqueles que crerem no que as lideranças disserem, não ficarão ainda mais adoecidos de idolatria.
Hoje se dá o contrário da experiência dos apóstolos: a maioria dos líderes faz todo o possível para passar por deuses; e, o povo, vai se ameninando na fé, apenas trocando de “pai-de-santo”, ou de pajé ou de sacerdote; porém existindo sob a escravidão da espiritualidade da idolatria; adorando e servindo a criatura, mesmo que se vistam de pastores, bispos ou apóstolos.
No Caminho nós temos buscado diante de Deus e conforme o Evangelho, quebrar todos esses paradigmas totêmicos. Sugiro que todos, em todo lugar, e com todo bom coração, assim o façam também, em nome de Jesus, o Bom Pastor!
por Caio Fábio
2009
Jesus quer salvar os cristãos
A editora Vida publicou o mais recente livro de Rob Bell, Jesus Quer Salvar os Cristãos. Este é o seu terceiro livro, sendo o primeiro Velvet Elvis (publicado no Brasil como Repintando a Igreja) e o segundo Sex God (que está no prelo pela própria editora Vida). Eu escutei o audiobook logo que o livro foi lançado e li a tradução em português essa semana. Este é, em minha opinião, o melhor livro de Rob Bell até agora (ele o escreveu em parceria com Don Golden, seu companheiro de ministério na igreja Mars Hill). Abaixo estão algumas frases sublinhadas por mim em minha leitura do livro:
Um cristão deveria sentir-se muito nervoso quando bandeira e Bíblia começam a se dar as mãos. Este não é um romance que queremos encorajar. (p. 21)
Os Dez Mandamentos são um novo modo de ser humano, um novo modo de viver e se mover no mundo, em aliança com o Deus que ouve o clamor dos oprimidos e os liberta. (p.40)
Deus não tem nada contra comer, beber e possuir coisas. Mas, quando essas coisas são adquiridas à custa da satisfação das necessidades básicas dos outros, aí sim, os discursos apaixonados dos profetas entram em ação. (p. 53)
Nossas lágrimas são sagradas. Regam o solo em torno dos nossos pés para que coisas novas possam brotar. (p. 61)
…é tão perigoso quando uma igreja se torna conhecida como contemporânea, descolada e moderna. O novo homem não é um modismo. (p 179)
Bom é participar de uma igreja que se reuniu e olhar à sua volta, pensando: “O que esse grupo de pessoas pode ter em comum?”. (p. 180)
A autoridade que a igreja exerce na cultura não procede do quanto está certa ou é legal ou barulhenta, nem do quanto está convencida de sua superioridade doutrinária. (p. 184)
Um ponto positivo é que este é o livro de Rob Bell que mais interage com as Escrituras, e isso é bom numa época que a Bíblia tem perdido centralidade nos diálogos emergentes. A interpretação que Bell faz da narrativa bíblica fica um pouco a desejar, no entanto, e, apesar de logo de início ele ter apresentado o livro como “um livro sobre um livro”, deixar Abraão de fora do plano de Deus para abençoar as nações é algo totalmente incompreensível para mim. Este não é um livro de panorama bíblico, muito embora, para quem não está familiarizado com a narrativa bíblica, servirá como uma introdução.
Seguindo a tendência pós-moderna de se esquivar do escândalo da cruz, ela não é vista em Jesus Quer Salvar Cristãos do ponto de vista da redenção por meio da morte substitutiva de Cristo, mas como demonstração de paz por meio do auto-sacrifício e não-violência (seria isso uma influência da teologia liberal de Crossan, dentre outros?).
Eu recomendo a leitura de Jesus Quer Salvar os Cristãos como um panorama sobre o coração de Deus com relação ao pobre e oprimido. Para quem quiser se aprofundar nesse tema recomendo a leitura de Cristãos Ricos Em Tempos de Fome de Ron Sider (Sinodal, 1984) e O Poder da Justiça de John Perkins (Editora Missão, 1990). Você vai ter que garimpar para encontrar estes livros, mas valerá a pena…
2009
Repensando a Oração
“If there are millions down on their knees, among the many can You still hear me?”
(se há milhões ajoelhados, dentre tantos ainda podes me ouvir?)
- Michael W. Smith
Recentemente eu estava falando com alguém sobre um texto que ambos lemos. O autor do texto dizia que se você orar pedindo a Deus para abrir as portas de emprego para você ou alguém que você conheça, sua oração é ilícita. Lembro-me que minha primeira sensação ao ler o texto foi sentir-me imaturo, culpado, inexperiente… pagão. Naquele mesmo dia um amigo próximo que estava desempregado havia me pedido orações e eu tinha orado justamente por isso, inclusive usando as mesmas palavras da “oração ilícita” daquele texto. Então fiquei pensando sobre isso e cheguei à conclusão de que, por mais que a intenção do autor tenha sido boa ao denunciar as relações de barganha com Deus e os clichês vazios da religiosidade popular, seu texto está equivocado neste ponto específico da oração.
Se eu estivesse desempregado e meu melhor amigo pudesse me ajudar a encontrar um emprego, indicando uma vaga para mim na empresa onde ele trabalha, será que eu seria sincero em meu relacionamento se não falasse a ele sobre minha necessidade de emprego? Será que ele ficaria feliz em saber que eu estava passando necessidade e não tinha contado nada a ele? Seria esse um relacionamento próximo, de amigos de verdade? Ou será que minha hesitação em contar minhas necessidades para ele poderia ser vista como uma expressão de orgulho de minha parte?
Estas são algumas das perguntas que vieram à minha mente ao refletir sobre aquele texto da “oração ilícita” por emprego. O tipo de relacionamento com Deus proposto no texto torna-se completamente superficial (por mais que a intenção do autor tenha sido exatamente o contrário) ao não envolver todas as áreas da minha vida – inclusive minhas necessidades pessoais.
Não pretendo de maneira alguma fazer aqui um tratado sobre oração (há muitos bons textos por aí) e nem acusar o autor do texto de heresia (não se trata de uma heresia, apenas de um equivoco ou “escorregão”). Esta reflexão é uma resposta a mim mesmo e, talvez, àqueles que como eu possam ter se sentido culpados por orar por coisas tão insignificantes como… emprego.
Reconheço que oração é verdadeiramente um mistério. Afinal, por que orar se Deus já sabe tudo a nosso respeito? Para mim, a oração só faz sentido no contexto de relacionamento. Me parece que foi isso que Jesus quis ensinar aos seus discípulos quando disse-lhes que eles deveriam iniciar suas orações com a certeza de que estariam se dirigindo a alguém que é Abba (Papai). Ou seja, pressupõe-se um relacionamento entre aquele que ora e Deus (que além de ser Pai, é também Santo e Soberano Rei). Orar é se relacionar com Deus que habita nas alturas (Pai nosso que estás nos céus!), mas que também habita no coração do contrito e quebrantado. Orar é expressar fé não somente em que Deus existe (o Deísmo crê assim também), mas que Ele recompensa aqueles que o buscam (Ele se comunica, responde e intervêm).
Com certeza há milhões de desempregados ao redor do mundo. Mas este fato de maneira alguma torna minha oração por emprego ilícita. Ao contrário, quando oro por emprego estou reconhecendo minha dependência de Deus para que eu possa encontrar um emprego e sustentar minha família. E creio que Deus recompensa minha fé, embora nem sempre eu receba o emprego que estou desejando ou no momento em que espero recebê-lo.
É verdade que não devemos ser como crianças mimadas e buscar a Deus somente por nossas necessidades físicas e materiais, todavia não há nada de ilícito em orar por elas. A oração modelo do Pai Nosso nos ensina a buscar o Reino em primeiro lugar, mas demonstra que Deus também se interessa em ouvir-nos sobre a nossa necessidade de subsistência diária (dá-nos hoje o nosso pão de cada dia) e também sobre nossa necessidade de proteção (livra-nos do mal). Seguindo o raciocínio daqueles cuja fé é interpretada à luz das calamidades (e não o contrário como eu acredito que deveria ser), nem sequer deveríamos orar pelo pão de cada dia, visto que bilhões de pessoas ao redor do mundo passam fome. Será que Jesus estava equivocado quando ensinou seus discípulos a orar assim? Talvez ele não soubesse que um dia haveria bilhões de famintos… Mas ainda que isso fosse verdade (não creio que seja), haviam muitos contemporâneos de Jesus famintos. Por quê, então, orar por pão numa época em que muitos passam fome? Por que orar por emprego numa época de desemprego crescente? Por que orar por cura quando há tantos doentes morrendo? Por que, simplesmente, orar?
Creio que a resposta só pode ser encontrada por aqueles que entendem que oração é relacionamento com Deus. Um Deus que é Pai e que tem prazer em ouvir Seus filhos – muito embora Ele já saiba de todas as suas necessidades.
Você precisa de emprego, provisão, sabedoria, cura, etc.? O conselho das Escrituras é: Não fique ansioso; mas em tudo, pela oração e súplica [de olhos abertos ou fechados, em voz alta ou em silêncio], e com ação de graças, apresente seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o seu coração e a sua mente em Cristo Jesus.
2009
Atitude

Uma atitude saudável é contagiante; mas não espere pegá-la de outros, seja você um disseminador.
Este mês estamos refletindo sobre o tema ATITUDE no Projeto 242. As reflexões são baseadas na carta de Paulo aos filipenses. Todos os domingos as 10:00 e 17:00 horas.
2009
Magnificent
Essa semana o U2 lançou o vídeo da música Magnificent, o segundo single do disco No Line on the Horizon (clique na imagem acima para assistir o vídeo). Filmado em Fez, no Marrocos, esse vídeo foi dirigido por Alex Courtes que também dirigiu o vídeo de Get On Your Boots. Enquanto Bono, Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. tocam no pátio de uma vila marroquina, lá fora as pessoas caminham pelas ruas em meio a prédios e casas que estão cobertos com gigantescas peças de tecido branco.
A cidade coberta de tecido branco pode ser uma referência aos artistas Christo e Jeanne-Claude e suas intervenções artísticas monumentais. O interessante é que Christo & Jeanne-Claude criam obras de arte cobrindo locais conhecidos, revelando a beleza justamente quando encobrem algo familiar. Isso me faz lembrar da frase de Michael Card que pergunta para Deus: Could it be, You make your presence known so often by your absence? (poderia ser que você torna sua presença conhecida frequentemente por meio de sua ausência?). Seria o mistério, o encoberto, justamente um dos meios de Deus se revelar (se descobrir) como Deus?
No vídeo do U2, o véu que cobre a cidade é agitado pelo vento, num movimento que faz pensar na presença do Espírito Santo no cotidiano da vida (o U2 gravou no Marrocos 17 anos atrás o vídeo para a música Mysterious Ways que diz que o Espírito se move de modo misterioso). Algumas pessoas passam pelas ruas totalmente apáticas a esse movimento, enquanto outras param e ficam olhando para cima (a própria banda olha para cima em determinado momento, como que se chamando a nossa atenção para onde devemos olhar).
De acordo com o Bono, Magnificent é sobre um casal se abraçando e tentando fazer de sua vida um ato de adoração. Durante o vídeo, alguns dançarinos aparecem, um deles é um homem que está mergulhado em sua dança e me fez pensar no texto bíblico que narra como o Rei Davi dançou com todas as suas forças diante do Magnífico.
Será interessante ver a performance dessa música durante a turnê que começa dia 30 de Junho em Barcelona e deve passar pelo Brasil em outubro de 2010…
2009
A arte do Brown
A arte do Brown está ilustrando o site Almanaque02, que também publicou uma breve entrevista com ele.
“Não importa se é muro ou tela, o Brown mostra que não brinca em serviço. Grafita os muros da cidade há mais de dez anos e agora também dedica seu tempo para pintar quadros e shapes. E foi em meio a sprays e telas que o nosso artista de maio produziu a arte pro almanaque02 e, de quebra, conversou com a galera. Bora ver o resultado?…”
Para ler a entrevista, clique aqui.
Abaixo, está a “marca” que o Brown deixou (junto com o Fábio Q – graffitti ao centro – e o Cesar Profeta à direita) na parede do local de reuniões do Projeto 242.


Para ver mais do trabalho do Brown entre no flickr dele aqui.
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