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	<title>Comments on: O Celeste Porvir</title>
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	<description>Trilhando o estreito caminho entre o cinismo e a ingenuidade.</description>
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		<title>By: Carlos Neca</title>
		<link>http://www.sandrobaggio.com/2009/06/16/o-celeste-porvir/comment-page-1/#comment-1326</link>
		<dc:creator>Carlos Neca</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 09:57:10 +0000</pubDate>
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		<description>Fabio Q, esta é a maravilha de ler *coisas velhas, dos mestres,* parece que foram escritas naquela semana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fabio Q, esta é a maravilha de ler *coisas velhas, dos mestres,* parece que foram escritas naquela semana.</p>
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		<title>By: fabioq</title>
		<link>http://www.sandrobaggio.com/2009/06/16/o-celeste-porvir/comment-page-1/#comment-1323</link>
		<dc:creator>fabioq</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 15:40:49 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;nao ha nada novo debaixo dos ceus&quot; me vem a mente, hj essa filosofia q o Tozer se refere é bem difundida atraves do Zeitgeist Addendum segundo episodio que é mais &quot;criveu&quot; q o primeiro, e  portanto mais perigoso pois entre  a aparente verdade e a verdade a linha é bem tenue.

a reflexao do texto foi mto boa (acredito) na epoca, e nao envelheceu com os 50anos, continua sendo uma reflexao mto boa!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;nao ha nada novo debaixo dos ceus&#8221; me vem a mente, hj essa filosofia q o Tozer se refere é bem difundida atraves do Zeitgeist Addendum segundo episodio que é mais &#8220;criveu&#8221; q o primeiro, e  portanto mais perigoso pois entre  a aparente verdade e a verdade a linha é bem tenue.</p>
<p>a reflexao do texto foi mto boa (acredito) na epoca, e nao envelheceu com os 50anos, continua sendo uma reflexao mto boa!</p>
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		<title>By: Sandro</title>
		<link>http://www.sandrobaggio.com/2009/06/16/o-celeste-porvir/comment-page-1/#comment-1322</link>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 13:19:02 +0000</pubDate>
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		<description>Carlão, eu penso com frequência neste verso da carta de Paulo aos Coríntios ao ler e escutar algumas posturas na Igreja hoje.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlão, eu penso com frequência neste verso da carta de Paulo aos Coríntios ao ler e escutar algumas posturas na Igreja hoje.</p>
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		<title>By: Sandro</title>
		<link>http://www.sandrobaggio.com/2009/06/16/o-celeste-porvir/comment-page-1/#comment-1321</link>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 13:17:28 +0000</pubDate>
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		<description>Silmar, o Bill tem razão em expressar essa preocupação. Infelizmente a falta de equilibrio típica de posições teológicas (e ideológicas) reacionárias acaba conduzindo ao erro. A história se repete tanto que é incrível que os pensadores desta época não consigam enxergar esse equívoco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Silmar, o Bill tem razão em expressar essa preocupação. Infelizmente a falta de equilibrio típica de posições teológicas (e ideológicas) reacionárias acaba conduzindo ao erro. A história se repete tanto que é incrível que os pensadores desta época não consigam enxergar esse equívoco.</p>
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		<title>By: Sandro</title>
		<link>http://www.sandrobaggio.com/2009/06/16/o-celeste-porvir/comment-page-1/#comment-1320</link>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 13:14:57 +0000</pubDate>
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		<description>Ariovaldo, valeu pelo post dos trechos da Carta a Diagneto. Demonstram bem a conduta equilibrada dos cristãos no primeiro século. Os versos 3-6 do capítulo sete desta carta tratam sobre como Deus enviou seu Filho: 
&quot;Enviou-o como Deus. Salvador, persuasivo e não violento, enviou-o aos homens. Em Deus não existe violência. Enviou como quem convida, não como perseguidor; enviou como quem ama, não como juiz. Há de mandá-lo, porém, um dia para julgar. E então quem suportará a sua vinda?&quot; 
Note a crença e esperança na Segunda Vinda expressa aí.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ariovaldo, valeu pelo post dos trechos da Carta a Diagneto. Demonstram bem a conduta equilibrada dos cristãos no primeiro século. Os versos 3-6 do capítulo sete desta carta tratam sobre como Deus enviou seu Filho:<br />
&#8220;Enviou-o como Deus. Salvador, persuasivo e não violento, enviou-o aos homens. Em Deus não existe violência. Enviou como quem convida, não como perseguidor; enviou como quem ama, não como juiz. Há de mandá-lo, porém, um dia para julgar. E então quem suportará a sua vinda?&#8221;<br />
Note a crença e esperança na Segunda Vinda expressa aí.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>By: Carlos Neca</title>
		<link>http://www.sandrobaggio.com/2009/06/16/o-celeste-porvir/comment-page-1/#comment-1319</link>
		<dc:creator>Carlos Neca</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 09:32:16 +0000</pubDate>
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		<description>Sandro o primeiro aspecto esta bem claro, agora o segundo sobre missão integral, confesso que não tinha pensado nisso, como sempre uma reflexão muito coerente e diria *profética*, pois me parece que esta armadilha é bem sutil, escrevo este post me questionando será que cai nela?
Muto obrigado pelo alerta, é hora de (re) ver algumas coisas por aqui, já tenho mensagem para domingo, como o ouvido mais próximo será o meu...

1Co15:19
*Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens*</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sandro o primeiro aspecto esta bem claro, agora o segundo sobre missão integral, confesso que não tinha pensado nisso, como sempre uma reflexão muito coerente e diria *profética*, pois me parece que esta armadilha é bem sutil, escrevo este post me questionando será que cai nela?<br />
Muto obrigado pelo alerta, é hora de (re) ver algumas coisas por aqui, já tenho mensagem para domingo, como o ouvido mais próximo será o meu&#8230;</p>
<p>1Co15:19<br />
*Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens*</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Silmar</title>
		<link>http://www.sandrobaggio.com/2009/06/16/o-celeste-porvir/comment-page-1/#comment-1318</link>
		<dc:creator>Silmar</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 00:52:38 +0000</pubDate>
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		<description>Estava no Bill um dia desses e estavamos falando sobre isso. Nos dias atuais o lance é apenas pensar em estabelecer o reino aqui e agora, o pessoal ta perdendo o foco, caindo no mesmo esquema dos dias de Jesus, quando pensavam que ele iria estabelecer o reino na terra, e libertar a galera do imperio romano... 
A galera vai tomar um banho de agua a fria qdo o Jesus Cristo voltar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estava no Bill um dia desses e estavamos falando sobre isso. Nos dias atuais o lance é apenas pensar em estabelecer o reino aqui e agora, o pessoal ta perdendo o foco, caindo no mesmo esquema dos dias de Jesus, quando pensavam que ele iria estabelecer o reino na terra, e libertar a galera do imperio romano&#8230;<br />
A galera vai tomar um banho de agua a fria qdo o Jesus Cristo voltar.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: O Celeste Porvir &#124; igrejaemergente.com.br &#124; a igreja emergente acontecendo em português</title>
		<link>http://www.sandrobaggio.com/2009/06/16/o-celeste-porvir/comment-page-1/#comment-1317</link>
		<dc:creator>O Celeste Porvir &#124; igrejaemergente.com.br &#124; a igreja emergente acontecendo em português</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 21:09:18 +0000</pubDate>
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		<description>[...] o original aqui.   [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] o original aqui.   [...]</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Ariovaldo Jr</title>
		<link>http://www.sandrobaggio.com/2009/06/16/o-celeste-porvir/comment-page-1/#comment-1316</link>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 19:09:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sandrobaggio.com/?p=234#comment-1316</guid>
		<description>Toda falta de equilíbrio se torna um pecado mortal. 

Identifiquei-me com o texto da Carta de Dioneto, escrita aproximadamente no ano 120 e que fala sobre como é a vida de um cristão:

&quot;Excelentíssimo Diogneto, vejo que te interessas em aprender a religião dos cristãos e que, muito sábia e cuidadosamente, te informaste sobre eles:

Qual é esse Deus no qual confiam e como o veneram, para que todos eles desdenhem o mundo, desprezem a morte, e não considerem os deuses que os gregos reconhecem, nem observem a crença dos judeus; que tipo de amor é esse que eles têm uns para com os outros; e, finalmente, por que essa nova estirpe ou gênero de vida apareceu agora e não antes.

Aprovo esse teu desejo e peço a Deus, o qual preside tanto o nosso falar como o nosso ouvir, que me conceda dizer de tal modo que, ao escutar, te tornes melhor; e assim, ao escutares, não se arrependa aquele que falou.

Os cristãos não se distinguem dos demais homens, nem pela terra, nem pela língua, nem pelos
costumes. Nem, em parte alguma, habitam cidades peculiares, nem usam alguma língua distinta, nem vivem uma vida de natureza singular.

Nem uma doutrina desta natureza deve a sua descoberta à invenção ou conjectura de homens de espírito irrequieto, nem defendem, como alguns, uma doutrina humana.

Habitando cidades Gregas e Bárbaras, conforme coube em sorte a cada um, e seguindo os usos e costumes das regiões, no vestuário, no regime alimentar e no resto da vida, revelam
unanimemente uma maravilhosa e paradoxal constituição no seu regime de vida político-social.

Habitam pátrias próprias, mas como peregrinos: participam de tudo, como cidadãos, e tudo sofrem como estrangeiros. Toda a terra estrangeira é para eles uma pátria e toda a pátria uma terra estrangeira.

Casam como todos e geram filhos, mas não abandonam à violência os recém-nascidos. Servem-se da mesma mesa, mas não do mesmo leito. Encontram-se na carne, mas não vivem segundo a
carne. Moram na terra e são regidos pelo céu.

Obedecem às leis estabelecidas e superam as leis com as próprias vidas. Amam todos e por todos são perseguidos. Não são reconhecidos, mas são condenados à morte; são condenados à
morte e ganham a vida.

São pobres, mas enriquecem muita gente; de tudo carecem, mas em tudo abundam. São desonrados, e nas desonras são glorificados; injuriados, são também justificados. Insultados, bendizem; ultrajados, prestam as devidas honras.

Fazendo o bem, são punidos como maus; fustigados, alegram-se, como se recebessem a vida. São hostilizados pelos Judeus como estrangeiros; são perseguidos pelos Gregos, e os que os odeiam não sabem dizer a causa do ódio.

Numa palavra, o que a alma é no corpo, isso são os cristãos no mundo. A alma está em todos os membros do corpo e os cristãos em todas as cidades do mundo. A alma habita no corpo, não é,
contudo, do corpo; também os cristãos, se habitam no mundo, não são do mundo.

A alma invisível vela no corpo visível; Também os cristãos sabe-se que estão neste mundo,
mas a sua religião permanece invisível. A carne odeia a alma, e, apesar de não a ter ofendido em nada, faz-lhe guerra, só porque se lhe opõe a que se entregue aos prazeres; da mesma forma, o mundo odeia os cristãos que não lhe fazem nenhum mal, porque se opõem aos seus prazeres.

A alma ama a carne, que a odeia, e os seus membros; Também os cristãos amam os que os odeiam. A alma está encerrada no corpo, é todavia ela que sustém o corpo; Também os cristãos se encontram retidos no mundo como em cárcere, mas são eles que sustêm o mundo. A alma imortal habita numa tenda mortal;

Também os cristãos habitam em tendas mortais, esperando a incorrupção nos céus. Provada pela fome e pela sede, a alma vai-se melhorando; também os cristãos, fustigados dia-a-dia, mais se vão multiplicando. Deus pô-los numa tal situação, que lhes não é permitido evadir-se.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Toda falta de equilíbrio se torna um pecado mortal. </p>
<p>Identifiquei-me com o texto da Carta de Dioneto, escrita aproximadamente no ano 120 e que fala sobre como é a vida de um cristão:</p>
<p>&#8220;Excelentíssimo Diogneto, vejo que te interessas em aprender a religião dos cristãos e que, muito sábia e cuidadosamente, te informaste sobre eles:</p>
<p>Qual é esse Deus no qual confiam e como o veneram, para que todos eles desdenhem o mundo, desprezem a morte, e não considerem os deuses que os gregos reconhecem, nem observem a crença dos judeus; que tipo de amor é esse que eles têm uns para com os outros; e, finalmente, por que essa nova estirpe ou gênero de vida apareceu agora e não antes.</p>
<p>Aprovo esse teu desejo e peço a Deus, o qual preside tanto o nosso falar como o nosso ouvir, que me conceda dizer de tal modo que, ao escutar, te tornes melhor; e assim, ao escutares, não se arrependa aquele que falou.</p>
<p>Os cristãos não se distinguem dos demais homens, nem pela terra, nem pela língua, nem pelos<br />
costumes. Nem, em parte alguma, habitam cidades peculiares, nem usam alguma língua distinta, nem vivem uma vida de natureza singular.</p>
<p>Nem uma doutrina desta natureza deve a sua descoberta à invenção ou conjectura de homens de espírito irrequieto, nem defendem, como alguns, uma doutrina humana.</p>
<p>Habitando cidades Gregas e Bárbaras, conforme coube em sorte a cada um, e seguindo os usos e costumes das regiões, no vestuário, no regime alimentar e no resto da vida, revelam<br />
unanimemente uma maravilhosa e paradoxal constituição no seu regime de vida político-social.</p>
<p>Habitam pátrias próprias, mas como peregrinos: participam de tudo, como cidadãos, e tudo sofrem como estrangeiros. Toda a terra estrangeira é para eles uma pátria e toda a pátria uma terra estrangeira.</p>
<p>Casam como todos e geram filhos, mas não abandonam à violência os recém-nascidos. Servem-se da mesma mesa, mas não do mesmo leito. Encontram-se na carne, mas não vivem segundo a<br />
carne. Moram na terra e são regidos pelo céu.</p>
<p>Obedecem às leis estabelecidas e superam as leis com as próprias vidas. Amam todos e por todos são perseguidos. Não são reconhecidos, mas são condenados à morte; são condenados à<br />
morte e ganham a vida.</p>
<p>São pobres, mas enriquecem muita gente; de tudo carecem, mas em tudo abundam. São desonrados, e nas desonras são glorificados; injuriados, são também justificados. Insultados, bendizem; ultrajados, prestam as devidas honras.</p>
<p>Fazendo o bem, são punidos como maus; fustigados, alegram-se, como se recebessem a vida. São hostilizados pelos Judeus como estrangeiros; são perseguidos pelos Gregos, e os que os odeiam não sabem dizer a causa do ódio.</p>
<p>Numa palavra, o que a alma é no corpo, isso são os cristãos no mundo. A alma está em todos os membros do corpo e os cristãos em todas as cidades do mundo. A alma habita no corpo, não é,<br />
contudo, do corpo; também os cristãos, se habitam no mundo, não são do mundo.</p>
<p>A alma invisível vela no corpo visível; Também os cristãos sabe-se que estão neste mundo,<br />
mas a sua religião permanece invisível. A carne odeia a alma, e, apesar de não a ter ofendido em nada, faz-lhe guerra, só porque se lhe opõe a que se entregue aos prazeres; da mesma forma, o mundo odeia os cristãos que não lhe fazem nenhum mal, porque se opõem aos seus prazeres.</p>
<p>A alma ama a carne, que a odeia, e os seus membros; Também os cristãos amam os que os odeiam. A alma está encerrada no corpo, é todavia ela que sustém o corpo; Também os cristãos se encontram retidos no mundo como em cárcere, mas são eles que sustêm o mundo. A alma imortal habita numa tenda mortal;</p>
<p>Também os cristãos habitam em tendas mortais, esperando a incorrupção nos céus. Provada pela fome e pela sede, a alma vai-se melhorando; também os cristãos, fustigados dia-a-dia, mais se vão multiplicando. Deus pô-los numa tal situação, que lhes não é permitido evadir-se.&#8221;</p>
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