Concordo com a Braulia que denominou a ação abaixo como “hipocrisia e perseguição moral”. Que país é este em que um psicólogo não pode ajudar alguém que, infeliz com sua homossexualidade, busque ajuda para mudar sua orientação sexual? It makes no sense at all.
Por unanimidade, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) condenou nesta sexta-feira a psicóloga Rozângela Justino por tentar, por meio de terapia, ajudar gays e lésbicas que desejam ser heterossexuais. A terapeuta, que há 20 anos lida com o tema da homossexualidade, receberá uma censura pública por realizar consultas e não pode continuar atendendo homossexuais em seu consultório. O exercício da psicologia em outras situações, no entanto, está permitido.
“Haverá uma fiscalização do Conselho Regional do Rio para evitar que ela descumpra a decisão. Ela não pode em hipótese alguma fazer referência a qualquer tipo de tratamento ou de mudança de comportamento no sentido de atingir as pessoas com orientação homoafetiva”, explicou o presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona.
Pós-graduada com a tese “Uma possibilidade de resgate da heterossexualidade”, Rozângela Justino disse se sentir “amordaçada” após a condenação imposta pelo Conselho de Psicologia. De peruca, óculos escuros e máscara cirúrgica, ela confirmou que continuará promovendo tratamentos contra a homossexualidade e aconselhou que gays insatisfeitos com sua orientação sexual devem procurar um terapeuta.
Indagada se continuará ajudando os homossexuais, Justino responde:
“Com certeza, vou continuar. Vejo que as pessoas têm direito de procurar esse apoio. É a pessoa que define o quer dentro da psicoterapia. Não sinto vergonha e nunca sentirei de acolher pessoas que querem deixar voluntariamente o estado de homosseuxalidade [...] Estão me submetendo a uma mordaça. Mas quero dizer às pessoas que estão em estado de sofrimento psíquico e desejam deixar a homossexualidade que procurem profissionais nas suas cidades.”
O advogado Paulo Fernando, contratado pela psicóloga, anunciou que vai recorrer na Justiça Federal contra a decisão do CFP, que manteve condenação já imposta anteriormente pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro.
“A decisão fere a liberdade de expressão, fere a liberdade científica e principalmente ofende aquelas pessoas que voluntariamente desejam praticar determinados atos. O resultado foi de uma flagrante injustiça e vamos argui-lo”, ressaltou Fernando.
Fonte: Portal Terra / Púlpito Cristão
Essas leis anti-homofobia mostram-se cada vez mais como uma verdadeira mordaça, assim como disse a psicóloga.
A meu ver, a questão é, antes de tudo, o próprio conceito de ‘homofobia’.
Essa palavra ganhou um significado maior do que o original,
e agora está tentando nos confundir, inibir e calar.
Até mesmo aqueles que demonstram respeito aos gays,
porém mantém uma opinião contrária à prática hoomssexual é taxado de homofóbico.
(Até mesmo os próprios homossexuais, que coisa!)
bah! nesse caso eu acho que avacalharam o meio acedemico, pois o correto seria eles apresentarem pesquisas provando que ela está errada. E se ela fez uma tese com o título “Uma possibilidade de resgate da heterossexualidade”, e que foi aprovada, quem deve se pronunciar é a faculdade que aprovou a tese… mas eu acho que se alguém procura livremente mudar, ela não poderia ser proibida de ajudar, visto que as pessoas procuram ajuda… abraços!
[...] o original aqui. [...]