Crentes adoram slogans. Basta olhar a enorme quantidade de adesivos e camisetas no mercado gospel. Ou as frases prontas que se tornam parte do vocabulário cristianês e são repetidas sem reflexão do que elas significam, se são bíblica e teologicamente coerentes ou não. Faz parte do show business.

Embalado nesta onda de slogans, há um que já ganhou camisetas, bonés, canecas, cadernos, etc. nos EUA: God Hates Religion. Até cuecas boxer e calcinhas fio-dental (foto abaixo) podem ser compradas com o famoso slogan.

Logo essa onda chega por aqui, uma vez que gostamos de importar tudo quanto é lixo norte-americano sem a menor reflexão.

Pessoalmente penso que o que Deus realmente odeia são slogans (ou melhor, uma religião feita de slogans, vazia, de muitas palavras e nenhuma ação). Acho que, em vez de focar o negativo, seria muito mais produtivo afirmar o positivo (principalmente por ações concretas) descrito por Tiago em sua epístola:

“A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo.” (1.27)