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	<title>Sandro Baggio &#187; Livros</title>
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	<description>Trilhando o estreito caminho entre o cinismo e a ingenuidade.</description>
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		<title>Culpa &amp; Graça</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 13:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A culpa não é lavada com o tempo, mas através do arrependimento e do sangue de Cristo.&#8221; - C. S. Lewis Culpa parece ter se tornado uma palavra proibida em alguns círculos cristãos. Pessoas dizem que falar sobre culpa ou indicar que alguém tenha algum tipo de culpa é promover neuroses e hipocrisias. De fato, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/12/mary-anointing-jesus-feet.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2158" title="mary anointing jesus feet" src="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/12/mary-anointing-jesus-feet.jpg" alt="" width="420" height="336" /></a><br />
&#8220;A culpa não é lavada com o tempo, mas através do arrependimento e do sangue de Cristo.&#8221;<br />
- C. S. Lewis</p>
<p>Culpa parece ter se tornado uma palavra proibida em alguns círculos cristãos. Pessoas dizem que falar sobre culpa ou indicar que alguém tenha algum tipo de culpa é promover neuroses e hipocrisias. De fato, enfrentar a culpa sem a graça pode mesmo gerar enfermidades psicológicas. Mas a solução para isto não está na negação da culpa, pois isto também poderia ser indício de uma doença psicológica (um dos sinais da psicopatia é ausência de culpa). Como então lidar com a culpa?</p>
<p>O médico suíço Paul Tournier escreveu um livro em 1957 chamado Culpa e Graça (ABU) que tornou-se referência sobre o assunto. Note que, a começar pelo título, Tournier já chama a nossa atenção para a realidade de ambos. Li o livro de Tournier pela primeira vez em 1988. Depois disso, retornei a ele diversas vezes, relendo os trechos grifados e recomendando a leitura do mesmo para muitas pessoas. Li também outros livros de Tournier como The Adventure of Living, Mitos e Neuroses, Os Fortes e os Fracos e Para Melhor Compreender-se no Matrimônio. Seu livro clássico The Meaning of Person está na fila de leitura em minha estante junto com Escape From Loneliness. Li também The Christian Psychology of Paul Tounier por Gary Collins, uma excelente análise do pensamento de Tournier feita por um de seus amigos de profissão e fé.</p>
<p>Recentemente o livro Culpa e Graça de Tournier ganhou novos interessados, ao que parece, nem tanto pela sua mensagem sobre a culpa e a graça, mas pela polêmica levantada em torno do universalismo de seu autor. As edições brasileiras do livro suprimiram três capítulos do original em que Tournier apresenta sua crença (equivocada em minha opinião) de que o sacrifício de Jesus proveu salvação de todas as pessoas e, portanto, todo mundo será salvo no final.</p>
<p>Não pretendo escrever sobre universalismo (quiçá em outra postagem), apenas apontar que, contrário ao que muitos pensam e alguns blogueiros parecem indicar, em Culpa e Graça, Tournier não nega a existência da culpa. Em vez disso, ele faz uma distinção entre a falsa culpa e a verdadeira culpa, sendo a primeira a culpa proveniente do juízo e crítica de outros e a última a culpa que vem quando Deus nos reprova por causa de nossos pecados. A culpa verdadeira é, de certa forma, uma bênção pois, por seu intermédio, o Espírito Santo não somente nos torna conscientes de nosso pecado, mas nos aponta para a graça salvadora. Por este motivo, Tournier indica a necessidade de lidar com a culpa verdadeira de modo saudável, isto, através do arrependimento e confissão:</p>
<p style="padding-left: 30px;">&#8220;Não são os virtuosos que Deus acolhe de braços abertos, mas os desprezados; não os que negam a sua culpa, mas o que a confessam, os que tremem de arrependimento, de remorso e de impotência.&#8221;</p>
<p style="padding-left: 30px;">&#8220;A resposta para a culpa não está em negá-la, dizer que ela não é real, que foi criada por religiosos moralistas controladores de mentes. A resposta para a culpa é o perdão e a graça de Jesus Cristo.&#8221;</p>
<p style="padding-left: 30px;">&#8220;O arrependimento é a porta para a graça.&#8221;</p>
<p style="padding-left: 30px;">&#8220;… [que] todos os homens são igualmente pecadores a despeito de todos os seus esforços; que não é fazendo valer sua pretensa impecabilidade, mas ao contrário, arrependendo-se e confessando sua culpa é que eles encontrarão a graça que a apaga.&#8221;</p>
<p>Diferente da psicologia moderna que trata a culpa como uma aberração, Paul Tournier sabia muito bem que a culpa (seja ela falsa ou verdadeira) é real e precisa ser tratada. Seu livro foi escrito para ajudar seus leitores a diferenciar a culpa falsa da verdadeira e lidar com a culpa verdadeira por meio da Graça que há em Cristo Jesus.</p>
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		<title>Bonhoeffer e o Liberalismo na América</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 15:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando Bonhoeffer foi passar um ano entre 1930-1931 no Union Theological Seminary em Nova Iorque, deparou-se com o liberalismo teológico em franca ascenção na América do Norte. Bonhoeffer havia sido aluno do teólogo liberal Adolf Von Harnack, mas escolhera seguir um caminho diferente. Seus comentários a respeito dos estudantes do Union são notórios: Não há teologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/11/bonhoeffer.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2040" title="bonhoeffer" src="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/11/bonhoeffer.jpg" alt="" width="400" height="200" /></a><br />
Quando Bonhoeffer foi passar um ano entre 1930-1931 no Union Theological Seminary em Nova Iorque, deparou-se com o liberalismo teológico em franca ascenção na América do Norte. Bonhoeffer havia sido aluno do teólogo liberal Adolf Von Harnack, mas escolhera seguir um caminho diferente. Seus comentários a respeito dos estudantes do Union são notórios:</p>
<p style="padding-left: 30px;">Não há teologia aqui [...]. Falam pelos cotovelos sem o menor fundamento e sem indício de qualquer critério. Os estudantes &#8211; com idade entre 25 a trinta anos &#8211; não têm qualquer noção a respeito do que é tratado pela dogmática. Não estão familiarizados com as questões básicas. Intoxicaram-se com frases liberais e humanistas, ridicularizam os fundamentalistas e, no entanto, ainda não alcançaram sequer o nível deles.<br />
&#8230; a falta de seriedade com que os alunos falam de Deus e do mundo é, para dizer o mínimo, bastante surpreendente [...]. Fora daqui, é difícil imaginar o tamanho da inocência de pessoas à beira do ministério, ou de algumas já dentro dele, ao fazer perguntas no seminário para teologia prática &#8211; por exemplo, se alguém deve realmente pregar sobre Cristo&#8230;<br />
O ambiente teológico do Union Theological Seminary acelera o processo de secularização do Cristianismo na América. Sua crítica se direciona contra os fundamentalistas e, de certa forma, também contra os humanistas radicais em Chicago; algo saudável e necessário. Mas não há uma base sólida sobre a qual se possa reconstruir após a demolição. Ela será carregada com o colapso geral. Um seminário onde pode ocorrer de um grande número de estudantes rir em voz alta durante a leitura pública de um trecho de <em>De servo arbitrio</em>, de Lutero, sobre o pecado e o perdão, porque soa cômico para eles, esqueceu por completo o que teologia cristã, por sua própria natureza, defende.</p>
<p>As igrejas em Nova Iorque também sofriam a influência do liberalismo:</p>
<p style="padding-left: 30px;">A situação não é diferente na igreja. O sermão tem sido reduzido a comentários entre parênteses da igreja a notícias do jornal. Durante todo o tempo aqui, ouvi somente um sermão no qual era possível escutar algo como uma proclamação genuína, e que foi transmitido por um negro (na verdade, tenho descoberto cada vez mais um grande poder religioso e originalidade nos negros). Uma questão a atrair minha atenção em vista de todos esses fatos é saber se é realmente possível falar sobre o cristianismo aqui [...]. Não faz sentido esperar frutos de um lugar onde a Palavra não tem sido pregada. Mas o que será então do cristianismo por si só?<br />
Em Nova York, pregam a respeito de quase tudo; há uma única coisa não anunciada, ou anunciada tão raramente que eu ainda não fui capaz de ouvir: o evangelho de Jesus Cristo, a cruz, o pecado e o perdão, a morte e a vida.<br />
O que então substitui o lugar da mensagem cristã? Um idealismo ético e social a cargo de uma fé no progresso que &#8211; sabe-se lá como &#8211; reclama o direito de chamar a si mesmo de &#8220;cristão&#8221;. E, no lugar da igreja como congregação dos crentes em Cristo, há a igreja no papel de empresa social.</p>
<p>A ler estas palavras, não consigo deixar de ver uma semelhança com o rumo em que muitas instituições teológicas, ministros e igrejas estão seguindo no Brasil. Parece que ainda não aprendemos a lição da história e precisamos repetir novamente para entender que o liberalismo teológico é um caminho de morte espiritual.<br />
<a href="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/11/ericmetaxasbonhoeffer.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2049" title="ericmetaxasbonhoeffer" src="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/11/ericmetaxasbonhoeffer.jpg" alt="" width="170" height="240" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As citações acima foram extraídas da excelente biografia <a href="http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10798&amp;cod_categoria=4" target="_blank">Bonhoeffer: Pastor, Mártir, Profeta, Espião</a> de Eric Metaxas. Bestseller do NY Times e ganhador do prêmio <a href="http://www.christianbookexpo.com/christianbookawards/winners2011c.php" target="_blank">Book of the Year 2011</a>, Bonhoeffer foi publicado em português pela <a href="http://www.mundocristao.com.br/" target="_blank">Editora Mundo Cristão</a>. Clique <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qPTj2TaBPyI" target="_blank">aqui</a> para assistir um video sobre o livro.</p>
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		<title>Em Guarda</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 17:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Edições Vida Nova acaba de lançar em Português a obra Em Guarda (On Guard) de William Lane Craig. O livro é um verdadeiro curso de apologética cristã e, portanto, altamente recomendado nestes tempos de tanta superficialidade. Partindo da instrução de Pedro em sua carta (1 Pedro 3.15) para que estejamos preparados a responder a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/11/Em-Gurada.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2013" title="Em Gurada" src="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/11/Em-Gurada.png" alt="" width="345" height="502" /></a><br />
A <a href="http://www.vidanova.com.br/" target="_blank">Edições Vida Nova</a> acaba de lançar em Português a obra <a href="http://www.vidanova.com.br/produtos.asp?codigo=604" target="_blank">Em Guarda</a> (On Guard) de William Lane Craig. O livro é um verdadeiro curso de apologética cristã e, portanto, altamente recomendado nestes tempos de tanta superficialidade. Partindo da instrução de Pedro em sua carta (1 Pedro 3.15) para que estejamos preparados a responder a qualquer que nos pergunte sobre a razão de nossa esperança, William Lane Craig nos intima a um engajamento na defesa da fé em tempos em que a mesma tem sido cada vez mais questionada e até ridicularizada. Este engajamento é, no entanto, muito mais do nos tormarmos em cães-de-guarda doutrinários. &#8220;Podemos apresentar argumentos em favor do cristianismo sem nos tornarmos argumentativos, ou seja, briguentos&#8221;, explica Craig.</p>
<p style="padding-left: 30px;">&#8220;Argumentar é apenas apresentar uma série de enunciados ou premissas que levem a uma conclusão. (&#8230;) Ironicamente, quem tem bons argumentos na sustentação de sua fé se torna menos inclinado a bate-bocas e a sair frustrado da discussão. (&#8230;) Se você tem boas razões para aquilo em que crê e sabe as respostas para as perguntas e objeções que alguém que não é cristão costuma fazer, não tem motivo para se exaltar. (&#8230;) Se você tem boas razões para aquilo em que crê, então, em vez de sentir raiva, sentirá compaixão genuína pelos perdidos, que em geral estão desorientados. A boa apologética envolve &#8216;falar a verdade em amor&#8217;.&#8221;</p>
<p>Segundo o autor, há três razões pelas quais os cristãos deveriam estudar apologética: para influenciar a cultura, para fortalecer a própria fé e para ganhar os incrédulos.</p>
<p>Doutor em Filosofia pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e em Teologia pela Universidade de Munique, na Alemanha, William Lane Craig é bem preparado para tratar deste assunto com profundidade e, ao mesmo tempo, uma tremenda clareza (simples sem ser simplista). Conferentista internacional conhecido por suas participações em debates com ateus famosos como Sam Harris (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=yqaHXKLRKzg" target="_blank">The God Debate II</a> em Notre Dame) e Christopher Hitchens (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=4KBx4vvlbZ8" target="_blank">Does God Exists?</a> em Biola), ele será preletor do <a href="http://www.vidanova.com.br/congressohome.asp" target="_blank">8º Congresso Brasileiro de Teologia Vida Nova</a> em Março de 2012.</p>
<p>Num mundo onde cada vez mais encontramos pessoas confusas defendendo um relativismo baseado em sentimentos e opiniões pessoais, o cristão bem preparado tem condições de ser uma pessoa mais profunda, que pensa e, portanto, pode apresentar razões (não meros sentimentos e opiniões)  para sua fé.</p>
<p>Clique <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rgab_VXnqfU&amp;feature=player_embedded" target="_blank">aqui</a> para assistir um video do <a href="http://jonasmadureira.com/" target="_blank">Jonas Madureira</a> apresentando o livro. E se quiser conhecer mais de William Lane Craig, estes dois sites oferecem uma série de textos e outros recursos apresentados por ele: <a href="http://www.reasonablefaith.org/site/PageServer" target="_blank">Reasonable Faith</a> e <a href="http://deusemdebate.blogspot.com/search/label/Craig" target="_blank">Deus Em Debate</a>.</p>
<p>A Edições Vida Nova gentilmente forneceu dois exemplares de Em Guarda para sorteio aos leitores deste blog. Portanto, todos que divulgarem esta postagem via FaceBook ou Twitter até as 23:59 do dia 14/12/2011 estarão concorrendo ao sorteio.</p>
<p>PS.: Quer aumentar ainda mais as suas chances de ganhar um exemplar? Então participe também da promoção no <a href="http://voltemosaoevangelho.com/blog/2011/11/sorteio-em-guarda-de-william-lane-craig-editora-vida-nova" target="_blank">Voltemos ao Evangelho</a> e no blog <a href="http://cincosolas.blogspot.com/2011/11/apologetica-com-mansidao-promocao.html" target="_blank">Cinco Solas</a>.</p>
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		<title>[Des]graça</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 02:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A graça de Deus sempre foi o argumento teológico mais atacado pelo diabo. No caso em questão, [os dissimuladores] estavam tentando &#8220;transformar em libertinagem a graça de nosso Deus.&#8221; (Judas 4) O argumento que estava sendo desenvolvido era basicamente o seguinte: se a graça é um &#8220;favor imerecido&#8221;, então, quanto menos mérito se tem, maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A graça de Deus sempre foi o argumento teológico mais atacado pelo diabo.</p>
<p style="text-align: left;">No caso em questão, [os dissimuladores] estavam tentando &#8220;transformar em libertinagem a graça de nosso Deus.&#8221; (Judas 4)</p>
<p style="text-align: left;">O argumento que estava sendo desenvolvido era basicamente o seguinte: se a graça é um &#8220;favor imerecido&#8221;, então, quanto menos mérito se tem, maior é o espaço para a graça de Deus se manifestar. Dessa forma, o pecado passava a ser um aliado da graça de Deus, na medida em que quanto mais se peca mais Deus tem ocasião para mostrar-se gracioso.</p>
<p style="text-align: left;">Esse é o pretexto do liberalismo comportamental.</p>
<p style="text-align: left;">Além disso, essa perspectiva de barateamento da graça de Deus passa também pela ideia de que Deus é gracioso e sublime demais para ocupar-se com os banais deslizes humanos. Ou seja, a graça passa a ser vista numa dimensão tão superior que faz com que seu portador Absoluto, Deus, não possa baixar-se desse piso de elevação e generosidade sob pena de diminuir-se. E assim, usa-se a graça de Deus contra o próprio Deus. E mais, faz-se com que Deus seja escravo de sua graça e fique inflexivelmente contido por ela.</p>
<p>Desse modo, mais uma vez a graça de nosso Deus é &#8220;transformada em libertinagem&#8221;, na medida em que é usada para explicar o alegado desinteresse de Deus pelas &#8220;pequenas realidades morais&#8221; dos seres humanos. O estranho dessa concepção é que ela atribui às ações do homem uma importância inimaginável em todas as outras áreas de sua vida, menos na área moral. Nesta, os atos humanos são vistos como pequenos demais para interessarem a Deus.</p>
<p>É a graça conveniente. Evocada para justificar o pecado, não o pecador.</p>
<p>- Do livro A Síndrome de Lúcifer por Caio Fábio, 1988</p>
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		<title>O Dia do Senhor</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 22:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[O Dia quando Deus diz: Basta! A qualquer coisa que ameace a paz (Shalom é a palavra hebraica para paz), harmonia e saúde que Deus deseja para o mundo. Deus diz: &#8220;Não&#8221; para a injustiça. Deus diz: &#8220;Nunca mais!&#8221; aos opressores que se aproveitam do fraco e vulnerável. Deus declara um boicote sobre as armas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia quando Deus diz: Basta!</p>
<p>A qualquer coisa que ameace a paz (Shalom é a palavra hebraica para paz), harmonia e saúde que Deus deseja para o mundo.</p>
<p>Deus diz: &#8220;Não&#8221; para a injustiça.</p>
<p>Deus diz: &#8220;Nunca mais!&#8221; aos opressores que se aproveitam do fraco e vulnerável.</p>
<p>Deus declara um boicote sobre as armas.</p>
<p>É importante lembrar-se disso da próxima vez que ouvirmos pessoas dizendo que não conseguem acreditar num Deus de juízo.</p>
<p>Sim, elas conseguem.</p>
<p>Geralmente não pensamos em nada menos.</p>
<p>Cada derramamento de óleo, cada reportagem de outra mulher violentada sexualmente, cada notícia de outro líder político que silenciou a oposição através da tortura, prisão e execução, cada vez que vemos alguém sendo pisado por uma instituição ou corporação mais interessada em lucro do que em pessoas, cada vez que tropeçamos em mais uma instância do coração humano desviado, nós agitamos nossos punhos e clamamos:</p>
<p>Será que alguém, por favor, pode fazer algo a respeito disso?</p>
<p>Nós desejamos, ansiamos, temos sede por juízo.</p>
<p>Traga-o!</p>
<p>Libere-o!</p>
<p>Como disse o profeta Amós: Que a justiça corra como um rio!</p>
<p>O mesmo com a ira.</p>
<p>Quando ouvimos pessoas dizendo que não podem acreditar em um Deus que se ira.</p>
<p>Claro que podem!</p>
<p>Como Deus deveria reagir quando uma criança é forçada a se prostituir?</p>
<p>Como Deus deveria sentir-se quando um país passa fome enquanto os senhores da guerra pilham os suprimentos alimentícios?</p>
<p>Que tipo de Deus não ficaria irado com um esquema financeiro que rouba a poupança de milhares de pessoas?</p>
<p>E esta é a promessa dos profetas sobre a Era Vindoura.</p>
<p>Deus age, decisivamente, a favor de qualquer um que tenha sido pisado pela máquina, explorado, abusado, esquecido ou maltratado.</p>
<p>Deus coloca um fim nisto.</p>
<p>Deus diz: Basta!</p>
<p>- Rob Bell em Love Wins</p>
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		<title>O Evangelho em Lost</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 20:29:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho duas confissões a fazer: primeiro quero confessar que não sou fã de Lost. Nunca assisti sequer um episódio da série, apesar de ter ouvido vários amigos falarem com grande entusiasmo sobre como essa série é fenomenal. Todavia sou fã dos livros que Chris Seay, pastor da Ecclesia em Houston, escreve sobre filmes e séries [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-973" href="http://www.sandrobaggio.com/2010/04/07/o-evangelho-em-lost/lost-3/"><img class="aligncenter size-full wp-image-973" title="Lost" src="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2010/04/Lost2.jpg" alt="Lost" width="322" height="495" /></a></p>
<p>Tenho duas confissões a fazer: primeiro quero confessar que não sou fã de Lost. Nunca assisti sequer um episódio da série, apesar de ter ouvido vários amigos falarem com grande entusiasmo sobre como essa série é fenomenal.<br />
Todavia sou fã dos livros que Chris Seay, pastor da Ecclesia em Houston, escreve sobre filmes e séries de televisão. Seay escreveu <em>The Gospel Reloaded</em>, sobre os dois primeiros filmes da trilogia <em>The Matrix</em> pelos irmãos Watchowski.  Ele escreveu também <em>The Gospel According to Tony Soprano</em> sobre a série do mafioso Tony Soprano. O mais recente livro de Chris Seay é <em>The Gospel According to Lost</em> (Thomas Nelson, inédito no Brasil).</p>
<p>A análise que Seay faz de cada personagem da série é impressionante. Ele mostra porque Lost, a série sobre um grupo de sobreviventes de um acidente aéreo em uma ilha mistériosa, virou um fenômeno cultural, cativando milhões de espectadores ao redor do mundo.</p>
<p>Seay divide os capítulos de seu livro por personagens da série, chamado cada personagem de Santo Patrono. Hurley é Santo Patrono dos perdedores abençoados, Sayid Jarrah é Santo Patrono dos humanitários atormentados, Kate Austen é Santa Patrona dos lindos assassinos, e por aí vai.</p>
<p>Alguns dos temas discutidos por Seay em Lost são violência, amor, auto-sacrifício, moralidade, destino, livre-arbítrio, fé, razão, culpa e redenção.</p>
<p>Meu único receio com relação ao livro é que Chris Seay o escreveu antes  da conclusão da série, com sua sexta temporada <em>(The Final Season</em>). Assim  como em <em>The Gospel Reloaded</em>, escrito antes do filme que concluiu a  trilogia, <em>The Gospel According to Lost</em> pode ter tirado algumas  conclusões sobre os personagens e a série que poderão não se sustentar  no final. De qualquer forma, a mensagem de redenção que permeia toda a  trama não será alterada, nem os muitos paralelos entre os acontecimentos de Lost com  passagens bíblicas usadas por  Seay. Como em seus outros  livros, este tem uma profunda base teológica.</p>
<p>Contendo 12 pinturas por Scott Erickson dos personagens de Lost em PB e coloridas, o livro de Chris Seay é um presente para todos os que assistiram os episódios e desejam mergulhar mais fundo nos temas presentes na série.</p>
<p>Isso me leva à minha segunda confissão: após ter lido o livro de Chris Seay sobre Lost comecei a me preparar para a maratona que será assistir toda a série.</p>
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		<title>O que é a Igreja? (2)</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 10:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seguindo a postagem sobre O que é a Igreja?, coloco mais uma definição de igreja apresentada pelo missiólogo Alan Hirsh. Segundo Hirsh, a igreja é: 1. Uma comunidade aliançada: a igreja é formada por pessoas, não por pessoas que estão apenas juntas, mas por aqueles unidos por meio de uma aliança distinta. Há um comprometimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Georgia,&quot;Times New Roman&quot;,&quot;Bitstream Charter&quot;,Times,serif;">Seguindo a postagem sobre <a title="O que é a Igreja?" href="http://www.sandrobaggio.com/2010/02/08/o-que-e-a-igreja/" target="_blank">O que é a Igreja?</a>, coloco mais uma definição de igreja apresentada pelo missiólogo Alan Hirsh.</span></span> Segundo Hirsh, a igreja é:</p>
<p>1. <em>Uma comunidade aliançada</em>: a igreja é formada por pessoas, não por pessoas que estão apenas juntas, mas por aqueles unidos por meio de uma aliança distinta. Há um comprometimento com relação um ao outro formado por essa aliança.</p>
<p>2. <em>Centrada em Jesus</em>: Ele é a nova aliança com Deus e sendo assim, Ele é o verdadeiro epicentro de uma fé cristã autêntica. Uma ecclesia não é apenas uma comunidade de Deus &#8211; há muitas comunidades religiosas assim por aí. Somos definidos por nossa relação com a Segunda Pessoa da Trindade, o Mediador, Jesus Cristo. Uma comunidade aliançada centrada em Jesus participa na salvação que Ele traz. Recebemos a graça de Deus por meio dEle. Porém, mais é requerido para verdadeiramente constituir uma igreja.</p>
<p>Um verdadeiro encontro com Deus em Jesus deve resultar em&#8230;</p>
<p>3. <em>Adoração</em>, definida como o ofertar de nossas vidas a Deus por meio de Jesus.</p>
<p>4. <em>Discipulado</em>, definido como seguir Jesus e tornar-se cada vez mais como Ele (à Sua semelhança).</p>
<p>5. <em>Missão</em>, definida como extensão da missão (os propósitos redentores) de Deus através das atividades de Seu povo.</p>
<p>(Alan Hirsh, <em>The Forgotten Ways</em>, BrazosPress, 2006, p. 40-41)</p>
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		<title>Fitafuso e o Cristianismo pagão</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 19:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No livro clássico Cartas de um Diabo a seu Aprendiz de C. S. Lewis, o diabo Fitafuso troca correspondências com seu jovem sobrinho Vermebile, dando-lhe instruções sobre como derrubar os cristãos. Fitafuso foi personagem fictício no livro de Lewis, mas seu tipo é real e ele foi apontado por Jesus como sendo o enganador mor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No livro clássico <em>Cartas de um Diabo a seu Aprendiz </em>de C. S. Lewis, o diabo Fitafuso troca correspondências com seu jovem sobrinho Vermebile, dando-lhe instruções sobre como derrubar os cristãos. Fitafuso foi personagem fictício no livro de Lewis, mas seu tipo é real e ele foi apontado por Jesus como sendo o enganador mor.</p>
<p>Há alguns anos um amigo me recomendou a leitura de um livro chamado Cristianismo Pagão que ele havia lido e queria saber a minha opinião sobre o mesmo. Como não gosto de opiniar sobre algo que não li, decidi ler Cristianismo Pagão e também outros dois livros pelo mesmo autor: <em>Reimagining Church</em> (em 2008) e <em>From Eternity to Here</em> (no ano passado). Minha resposta depois de ter lido o primeiro livro foi de espanto sobre como qualquer pessoa familiarizada com o NT podia se deixar levar pelos erros cometidos pelos autores em algumas de suas afirmações. Creio que as intenções dos autores podem até terem sido boas (principalmente vindo de um contexto norte-americano), mas tal como a parábola oriental no prefácio do livro <em>The Monkey and the Fish</em>, de Dave Gibbons, a igreja precisa mais do que de boas intenções.</p>
<p>Esta semana Mark Driscoll publicou um boa crítica sobre Cristianismo Pagão em seu site <a title="The Resurgence" href="http://theresurgence.com/pagan-christianity" target="_blank">The Resurgence</a>. Driscoll cita bastante a crítica feita por <a title="Ben Witherington" href="http://benwitherington.blogspot.com/" target="_blank">Ben Witterington</a> em junho e julho de 2008 sobre o mesmo livro. Ambas críticas fornecem amplo material (e referências) para uma avaliação sólida e saudável sobre o Cristianismo Pagão.</p>
<p>Driscoll corretamente aponta que:</p>
<p><em>O pior aspecto do livro é sua suposição de que a igreja institucional é o grande inimigo da igreja. Institucionalismo não é o inimigo da igreja. O problema mais significativo das igrejas, quer institucionais ou orgânicas, é considerar qualquer coisa menos que Satanás, pecado e morte como o grande inimigo da igreja. Isso resulta na minimização do Evangelho. Jesus não veio para libertar a humanidade das algemas das instituições, mas de Satanás, do pecado e da morte. Este livro [Cristianismo Pagão] foi edificado sobre uma questão secundária de prática e governo na igreja, em vez da questão central da tarefa da igreja, a proclamação do Evangelho. Não há dúvidas de que deve haver críticas sobre como a igreja &#8220;é igreja&#8221;, mas muito da crítica que Cristianismo Pagão faz da igreja contemporânea é sobre questões secundárias que são passíveis de debate (tanto historicamente como biblicamente) na melhor das hipóteses e totalmente falhas e falsas na pior da hipóteses. Não se engane; a igreja precisa de um revolução e reforma, mas não do tipo que os autores estão convocando. A igreja precisa desesperadamente de uma revolução completa do Evangelho e da centralidade de Deus.</em></p>
<p>Esta mesma visão quase que paranóica da instituição tem sido anunciada aqui no Brasil também. Trata-se errar o alvo. Há causas mais importantes como apontou Driscoll, em que a Igreja precisa enfocar. Talvez essa fobia da instituição seja até uma estratégia do Fitafuso para desviar a atenção dos seguidores de Cristo dos reais inimigos contra os quais eles deveriam estar lutando.</p>
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		<title>Passando por cima das feridas</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 12:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As vezes temos que &#8220;passar por cima&#8221; de nossa raiva, nosso ciúme ou nossos sentimentos de rejeição e seguir adiante. Somos tentados a ficar presos a nossas emoções negativas como se lá fosse nosso lugar. Então nos tornamos &#8220;o ofendido&#8221;, &#8220;o esquecido&#8221; ou &#8220;o rejeitado&#8221;. Sim, podemos nos vincular a essas identidades negativas e até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-550" href="http://www.sandrobaggio.com/2010/01/09/passando-por-cima-das-feridas/moveon/"><img class="aligncenter size-full wp-image-550" title="moveon" src="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2010/01/moveon.jpg" alt="moveon" width="448" height="336" /></a></p>
<p style="text-align: center;">As vezes temos que &#8220;passar por cima&#8221; de nossa raiva, nosso ciúme ou nossos sentimentos de rejeição e seguir adiante. Somos tentados a ficar presos a nossas emoções negativas como se lá fosse nosso lugar. Então nos tornamos &#8220;o ofendido&#8221;, &#8220;o esquecido&#8221; ou &#8220;o rejeitado&#8221;. Sim, podemos nos vincular a essas identidades negativas e até mesmo ter um prazer mórbido com isso. Talvez seja uma boa idéia dar uma olhada nesses sentimentos obscuros e tentar descobrir de onde vêm. Mas então chega o momento de passar por eles, deixá-los para trás e seguir adiante em nossa viagem.</p>
<p>- Henri Nouwen, <em>Pão para o Caminho</em>, leitura do dia 9 de Janeiro.</p>
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		<title>Bíblia: Ler e pregar</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 21:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O coração da Bíblia (o que a sintetiza e a torna viva) ou a cabeça da Bíblia (&#8230;o que a explica e a justifica)&#8230; é Jesus Cristo. Ler a Bíblia sem encontrar Jesus é fazer uma má leitura, e pregar a Bíblia sem proclamá-lo é prega-la falsamente. - J.J. von Allmen em The Contemporary Christian [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O coração da Bíblia (o que a sintetiza e a torna viva) ou a cabeça da Bíblia (&#8230;o que a explica e a justifica)&#8230; é Jesus Cristo. Ler a Bíblia sem encontrar Jesus é fazer uma má leitura, e pregar a Bíblia sem proclamá-lo é prega-la falsamente.</p>
<p>- J.J. von Allmen em <em><strong>The Contemporary Christian</strong></em> por John Stott, 1995.</p>
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