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	<title>Sandro Baggio &#187; amor</title>
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	<description>Trilhando o estreito caminho entre o cinismo e a ingenuidade.</description>
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		<title>Caro Mundo, por favor, acorde!</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 21:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Missional]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Diversas fontes declararam que mais de 13 milhões de pessoas estão sendo afetadas pela pior seca e fome em 60 anos na região do Chifre da África. Mais trágico ainda, o número de pessoas à beira da morte subiu para 750.000 (última atualização, em inglês, aqui). 13 milhões de pessoas. Como você consegue entender um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/09/somaia0727111410_custom.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1907" title="somaia0727111410_custom" src="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/09/somaia0727111410_custom.jpeg" alt="" width="406" height="268" /></a><br />
Diversas fontes declararam que mais de 13 milhões de pessoas estão sendo afetadas pela pior seca e fome em 60 anos na região do Chifre da África. Mais trágico ainda, o número de pessoas à beira da morte subiu para 750.000 (última atualização, em inglês, <a href="http://www.onedayswages.org/community/blog/2011/09/horn-africa-important-update" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p>13 milhões de pessoas.</p>
<p>Como você consegue entender um número desses?</p>
<p>13.000.000</p>
<p>Comece com um.</p>
<p>O Programa Mundial de Alimentação, por exemplo, divulgou que eles podem prover uma refeição nutritiva para uma pessoa por apenas 0,17&#8230;</p>
<p>Tipo, dezessete centavos.</p>
<p>Estas estatísticas são impressionantes, mas ainda que não possamos remediar, consertar ou responder à situação total, devemos responder. Sou lembrado da sabedoria da Madre Teresa e cito:</p>
<p>&#8220;Se você não pode alimentar cem pessoas, alimente apenas uma.&#8221;</p>
<p>Com o passar dos anos, tenho me sentido desconfortável (e, às vezes, irado) com o que considero ser a linha divisória da exploração de imagens (e pessoas) usadas por organizações filantrópicas na solicitação de doações. Não que eu não entenda as realidades do sofrimento e pobreza extrema, porque eu sei com é. Já as vi muitas vezes com meus próprios olhos. Já segurei crianças em meus braços.</p>
<p>É apenas que elas são as únicas imagens que são mostradas&#8230;</p>
<p>E removem qualquer senso de dignidade humana&#8230;</p>
<p>Por isso, é com reserva que eu mostro a foto acima tirada por Tyler Hicks do <a href="http://www.nytimes.com/2011/08/02/world/africa/02somalia.html?_r=1" target="_blank">NY Times</a> no Hospital Banadir em Mogadishu, Somália.</p>
<p>É para pedir doações? Em parte.</p>
<p>Mas mais importante, é para dizer:</p>
<p>Caro Mundo, por favor, acorde!</p>
<p>Esta e outras imagens &#8220;piores&#8221; são reais e são de eventos reais acontecendo com pessoas reais agora mesmo.</p>
<p>Eu sei. Estamos todos fartos. Estamos todos preocupados com a economia, o orçamento, problemas em nosso próprio quintal, nossas finanças pessoais, nossas igrejas, etc. Caramba, já fizemos nossa parte no Haiti e Japão. Todos temos outros compromissos e causas. Pertencemos a outras &#8220;tribos&#8221; que trabalham em &#8220;outras&#8221; partes do mundo.</p>
<p>Eu entendo. Mesmo. Você está cansado. Estamos todos exaustos. Eu com você nesta.</p>
<p>Mas não confunda cansaço de doação com cansaço de compaixão.</p>
<p>Nunca deixe de se importar. Você não pode compreender o sofrimento sem o seu coração. Ainda precisamos responder a esta crise humanitária épica no Chifre da África que, de acordo com previsões da Oxfam, poderá crescer para afetar 15 milhões de pessoas.</p>
<p>Por favor, ajude.</p>
<p>Apoie sua organização &#8220;confiável&#8221; ou &#8220;favorita&#8221; ou <a href="http://one.org/blog/2011/08/03/horn-of-africa-crisis-what-you-can-do-to-help/" target="_blank">organizações eficazes (através de ONE)</a> que já estão lá. Há muitas por aí. Para aqueles que estão buscando parceria, aqui estão quatro maneiras de você se juntar a One Day&#8217;s Wages. Como sempre, 100% de suas doações (subtraindo as taxas do cartão de crédito) vão diretamente para as pessoas necessitadas. Você tem a minha palavra.</p>
<p>1. Empreste sua voz. Una-se a nossos parceiros de ONE e <a href="http://act.one.org/sign/horn_of_africa/" target="_blank">assine a petição</a> para chamar governos e seus líderes para salvar milhões de vidas no Chifre da África e em outros lugares.</p>
<p>2. <a href="http://www.onedayswages.org/donate/org/horn-africa-relief-fund" target="_blank">Doe</a> o que você sentir compelido a doar. Talvez, um dia de seu salário (0.4% de sua renda anual) ou $17 (equivalente a 100 refeições) ou $170 (1000 refeições) de acordo com o Programa Mundial de Alimentação.</p>
<p>3. Se você faz aniversário nos próximos meses, crie <a href="http://www.onedayswages.org/birthday-cause" target="_blank">uma campanha de aniversário</a> pelo Chifre da África.</p>
<p>4. Mobilize. Comece um <a href="http://onedayswages.org/" target="_blank">grupo de campanha</a> em sua escola, trabalho, igreja, etc. Aqui está o <a href="http://www.onedayswages.org/group/cause/bethany-well-church" target="_blank">exemplo de uma igreja</a> que começou um grupo de campanha.</p>
<p><a href="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/09/hornofafricahomepage1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1908" title="hornofafricahomepage1" src="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/09/hornofafricahomepage1.jpg" alt="" width="406" height="228" /></a></p>
<p>(Texto de Eugene Cho, um pastor que tem crescido em minha admiração. Original em inglês: <a href="http://eugenecho.com/2011/08/08/dear-world-please-wake-up/" target="_blank">Dear World: Please Wake Up! por Eugene Cho</a>)</p>
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		<title>Amor + Ação / Atitude = Revolução</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 14:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discipulado]]></category>
		<category><![CDATA[adoração]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[revolução]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto de Paulo sobre o amor em 1 Coríntios 13 é um dos mais conhecidos do Novo Testamento. Foi até vertido em música popular e é mencionado em muitas cerimônias de casamento. Mas poucos param para pensar no contexto em que Paulo escreveu este texto. A primeira carta de Paulo aos coríntios foi escrita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto de Paulo sobre o amor em 1 Coríntios 13 é um dos mais conhecidos do Novo Testamento. Foi até vertido em música popular e é mencionado em muitas cerimônias de casamento. Mas poucos param para pensar no contexto em que Paulo escreveu este texto.</p>
<p>A primeira carta de Paulo aos coríntios foi escrita para uma igreja ameaçada a dividir-se por questões de &#8220;culto a personalidades&#8221; (sou de Paulo, sou de Pedro, sou de Apolo), imaturidade, orgulho, imoralidade sexual, comida e bebida e o valor e uso dos dons espirituais.</p>
<p>Neste contexto encontramos a declaração magnífica sobre o amor. Para Paulo, não é tanto o que fazemos, mas a atitude com que fazemos que conta. Demonstração de carismas, conhecimento de profundos mistérios, fé poderosa, postura radical de desapego a coisas materiais em função dos pobres, sacríficio pessoal, nada disso tem valor algum se não partir da motivação certa. E a motivação certa, segundo Paulo, é o amor.</p>
<p>Quando o amor é o motivo, tudo muda. Pois, como diz Paulo, o amor é paciente e bondoso. Não está procurando se aparecer. Não sente inveja dos outros. Não é arrogante. Não está buscando interesses próprios. Não maltrata a ninguém, não se ira facilmente, não guarda rancor.</p>
<p>O amor tudo sofre &#8211; não é mimado.</p>
<p>O amor tudo crê &#8211; não é desconfiado.</p>
<p>O amor tudo espera &#8211; não é apressado.</p>
<p>O amor tudo suporta &#8211; não é desistente.</p>
<p>Quando amamos não dividimos e atacamos uns aos outros, mas procuramos construir pontes de relacionamento e paz.Quando amamos não ficamos tentando provar que somos melhores e mais sábios, antes nos alegramos com o crescimento e sucesso &#8220;do outro&#8221;.</p>
<p>Quando amamos tratamos nosso próximo com respeito, dignidade, justiça e, portanto, não usamos as pessoas como meros objetos para satisfazer nossos próprios desejos e interesses.</p>
<p>Quando amamos repartimos e compartilhamos o que nos foi confiado graciosamente e responsavelmente, como fiéis mordomos e não como proprietários e &#8220;donos&#8221;.</p>
<p>Quando amamos, usamos nossos talentos em serviço a Deus e ao próximo, para a glória de Deus e edificação do próximo, nunca em benefício próprio.</p>
<p>Somente quando nossas ações forem feitas em amor estaremos no caminho para uma verdadeira revolução espiritual que contagiará o mundo descrente. Antes disso, faremos muito barulho para nada.</p>
<p>Que Deus nos ajude a aprender esta simples verdade e colocá-la em prática dia após dia.</p>
<p>Soli Deo Gloria.</p>
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		<title>Milad &#8211; Retratos de Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 17:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Missional]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Com esta postagem iniciarei uma série  semanal nos próximos meses sobre artistas cujas músicas influenciaram bastante minha jornada cristã até aqui. Algumas destas músicas são como porto-seguro para minha alma &#8211; um local onde eu posso retornar de quando em quando e lembrar de coisas boas que alimentam minha esperança, minhas convicções e meu senso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/06/Retratos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1641" title="Retratos" src="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2011/06/Retratos.jpg" alt="" width="280" height="271" /></a></p>
<p>Com esta postagem iniciarei uma série  semanal nos próximos meses sobre artistas cujas músicas influenciaram bastante minha jornada cristã até aqui. Algumas destas músicas são como porto-seguro para minha alma &#8211; um local onde eu posso retornar de quando em quando e lembrar de coisas boas que alimentam minha esperança, minhas convicções e meu senso de vocação e chamado. Alguns destes artistas são brasileiros, outros de outras nacionalidades. A maioria são cristãos confessos, alguns não declaram publicamente sua fé.</p>
<p>Quero começar com o MILAD (sigla para Ministério de Louvor e Adoração), um grupo musical formado na década de 1980 por músicos profissionais que se lançaram num projeto missionário através da arte.</p>
<p>Foi em 1986 que ouvi o MILAD pela primeira vez, numa apresentação ao vivo do seu LP de estréia Água Viva (1985). Confesso que a música não me atraiu tanto. Naquela época,  a única música que me atraia era rock (quando mais pesado, melhor!). Por este motivo, o ritmo andino da primeira música &#8220;Todos os Que Procuram&#8221; não causou-me boa impressão e quase desisti de ouvir o restante. Ao mesmo tempo, letras sempre foram importantes para mim e as letras apresentadas pelo MILAD eram diferentes das que eu estava acostumado a ouvir nas igrejas (algo que se tornaria ainda mais evidente nos discos Retratos de Vida e Pra Cima Brasil). O que me cativou mesmo naquela noite foi a interpretação de &#8220;Pai Nosso&#8221; por João Alexandre. Quando o ouvi cantar, soube imediatamente que estava diante de um artista singular.</p>
<p>O MILAD lançou outros discos: Milad 1 (1986), Retratos de Vida (1987), Milad 2 (1988), Pra Cima Brasil (1990) e Milad 3 (1995). Estes discos trouxeram cânticos que foram cantados nas igrejas brasileiras por muito tempo, tais como Não Tenhas Sobre Ti, Água Viva, Conheci um Grande Amigo e Time de Deus.</p>
<p>Uma das canções mais marcantes e, provavelmente, a mais tocada em rádios cristãs que começaram a surgir no cenário brasileiro seria &#8220;Brasil&#8221;, composição de João Alexandre que se tornou um hino de uma geração de crentes despertando para realidades políticas e sociais do nosso país. O tempo se passou e ainda hoje esta música me comove quando a ouço:<em> </em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Como será o futuro do nosso país? </em><br />
<em> Surge a pergunta no olhar e na alma do povo </em><br />
<em> Cada vez mais cresce a fome nas ruas, nos morros</em><br />
<em> Cada vez menos dinheiro pra sobreviver<br />
Onde andará a justiça outrora perdida?</em><br />
<em> Some a resposta na voz e na vez de quem manda</em><br />
<em> Homens com tanto poder e nenhum coração </em><br />
<em> Gente que compra e que vende a moral da nação<br />
Brasil olha pra cima </em><br />
<em> Existe uma chance de ser novamente feliz</em><br />
<em> Brasil há uma esperança! </em><br />
<em> Volta teus olhos pra Deus, o Justo Juiz</em></p>
<p>Mas foi &#8220;Retratos de Vida&#8221; lançado em 1987 que se tornou um dos clássicos em minha biblicoteca musical. Ainda hoje, passadas mais de duas décadas, este disco continua uma obra à parte na música cristã brasileira. Primeiro porque se trata de um disco conceitual, usando as ruas e a vida noturna de São Paulo como pano de fundo para sua poesia e melodia. Não me lembro de muitos álbuns conceituais na música cristã brasileira (tirando evidentemente as &#8220;cantatas&#8221;), portanto, isto já coloca &#8220;Retratos de Vida&#8221; num patamar destacado. Fora isto, a música é de excelente qualidade e totalmente contextualizada com o cenário apresentado por suas letras e temática. E tinha um rock paulista a la Titãs (Virada Radical) que escutei &#8220;até furar o disco&#8221;:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Tudo se inicia de maneira displicente</em><br />
<em>Sigo na rotina de uma vida dependente</em><br />
<em>Coisas pra queimar, lances pra cheirar</em><br />
<em>Um mundo colorido, mil mutretas pra inventar</em><br />
<em>Palavras repetidas dizem tudo novamente</em><br />
<em>Evidentemente de uma forma diferente</em><br />
<em>Minas, heroínas, transas coisa e tal</em><br />
<em>Eu precisava tanto uma virada radical</em></p>
<p>Em &#8220;Pobres ricos sem Jesus&#8221; o cenário muda para aqueles que dedicam  sua existência na busca por riqueza somente para perceberem sua profunda  pobreza interior que nenhum dinheiro acumulado e gasto com luxos e  prazeres pode preencher:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Subiu na vida de avião, comprou até o que não quis</em><br />
<em> Cumpriu seus sonhos, sua paixão, daria tudo só pra ser feliz</em><br />
<em>Foi no horizonte procurar a fonte e o brilho do prazer</em><br />
<em>Na esperança de encontrar melhores dias pra viver</em><br />
<em>Mas como ser feliz? Onde encontrar a paz</em>?<br />
<em>Coisas que tanto quis e não sentiu jamais</em><br />
<em>No coração</em></p>
<p>A faixa &#8220;Meninos de rua&#8221; chamava a atenção da Igreja Brasileira para  os menores em situação de risco que começavam a crescer em número nas  ruas das grandes cidades brasileiras:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Sua rua sua casa, sem carinho, os pés no chão</em><br />
<em>Olhos fundos, peso raso, nenhum pai, muitos irmãos</em><br />
<em>Desencontros e trombadas, desesperos, fantasias</em><br />
<em>Pesadelos quase sonhos, vida pobre às escondidas</em><br />
<em>De tão pobre a sem-vergonha, de criança a rejeitado</em><br />
<em>O coitado vagabundo que nem cuida do nariz</em><br />
<em>Sem escola, só na cola, tem consigo seus heróis</em><br />
<em>Camburões, faróis, algemas, desta vida que não quis</em><br />
<em>Sempre cada um na sua, sua rua seus caminhos </em><br />
<em>A procura de algo novo, bons motivos pra viver&#8230;</em></p>
<p>&#8220;Esquinas Cruéis&#8221; retrata a vida das mulheres que vendem seus corpos nas esquinas da cidade. As palavras desta música me vieram à mente muitas vezes ao sair com os missionários do Projeto Toque para ministrar nos prostíbulos no centro da cidade:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>De longe se vê sua imagem, sua tatuagem, seu jeito de andar</em><em><br />
Olhar de menina, corpo de mulher<br />
pros homens um vício qualquer<br />
Sem eira nem beira, de qualquer maneira<br />
</em><em>Se esconde entre brincos, colares e anéis<br />
Escrava da sorte, esquinas cruéis<br />
Conhece os normais e os doentes<br />
de tão diferentes parecem iguais<br />
Pois pagam seu preço, desfrutam seu corpo<br />
confundem prazer com amor<br />
No seu dia a dia a mesma agonia<br />
vender pra ganhar pra chorar pra sofrer<br />
Contrariando a vida pra aos poucos morrer<br />
Você tem o preço mais alto e Deus lá do alto um dia já pagou&#8230;</em></p>
<p style="text-align: left;">As fotografias da vida urbana apresentadas em &#8220;Retratos de Vida&#8221; continuam sendo uma triste realidade e desafio tanto para a sociedade como para a Igreja. Como diz a frase na música &#8220;Meninos de Rua&#8221;: &#8220;Pois se Deus assim te ama é preciso a gente crer, que o amor de Deus é justo é há muito o que fazer&#8230;&#8221; Sem dúvida, há muito mesmo que fazer, sempre no espírito da oração: &#8220;Venha o Teu Reino, seja feita a Tua vontade, na terra como no céu.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Assunto Proíbido</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 14:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emergente]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[fé]]></category>
		<category><![CDATA[Graça]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[verdade]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde que o PLC 122/06 se tornou do conhecimento público, uma grande controvérsia se levantou entre os cristãos em torno do mesmo. De um lado, há aqueles que são totalmente contra e têm manifestado seu posicionamento de forma pública e, às vezes, veemente. Do lado oposto, há os que, defensores dos direitos humanos e contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que o PLC 122/06 se tornou do conhecimento público, uma grande controvérsia se levantou entre os cristãos em torno do mesmo. De um lado, há aqueles que são totalmente contra e têm manifestado seu posicionamento de forma pública e, às vezes, veemente. Do lado oposto, há os que, defensores dos direitos humanos e contra injustiças sociais, são favoráveis à causa gay e encaram o primeiro grupo como reacionários fundamentalistas e outros termos mais depreciativos. E tem uma parcela silenciosa, possivelmente enxergando os pontos de vista de cada lado, mas não se identificando com nenhum deles, esperando que tudo isso acabe logo e que, para o bem de todos, a &#8220;paranóia dos fundamentalistas” se revele como falsa.</p>
<p>Não sou homofóbico. Qualquer pessoa que me conhece realmente ou já meu ouviu falar sobre a questão da homossexualidade, sabe isso. A única maneira de me rotular de homofóbico seria equiparar homofobia à minha confissão de fé. Neste caso, confesso, acredito que o sexo de acordo com dos propósitos de Deus deva ser praticado entre um homem e uma mulher dentro da aliança do casamento. Qualquer expressão sexual fora disso é pecado, claramente expresso na Bíblia. Isto não quer dizer que tenho todas as respostas para a questão da homossexualidade. O assunto é mais complexo do que apenas dizer que é pecado (e, como já disse, creio que é pecado). Mas quando reduzimos a questão a tão somente dizer que é pecado, temo que estejamos tornando verdade o que uma amiga que conhece de perto a condição homossexual disse: “Nem o Estado nem o Clero os compreende nem tão pouco os ama ou deseja profundamente defendê-los.”</p>
<p>Todavia, o que tem me deixado cada vez mais incomodado é a postura dos que se auto-denominam cristãos ou seguidores de Jesus no que diz respeito ao PLC 122/06. Parece-me que este é o “assunto proíbido” do momento. Se não for para apoiar, não se fala nada a respeito. Como disse Luiz Felipe Pondé em sua coluna semanal na <a href="http://www.paulopes.com.br/2011/05/todos-tem-medo-de-dizer-qualquer-coisa.html" target="_blank">Folha</a>: Todos têm medo de dizer qualquer coisa que não seja “gay é lindo.”   Posso estar completamente enganado, mas penso que as razões para isto são as seguintes:</p>
<p>Muitos cristãos sinceros não entenderam que o PLC 122/06 não é contra homofobia, mas contra a liberdade de expressão. Não é à toa que tem sido rotulado de “cala-boca” e “lei da mordaça” por seus oponentes. A Senadora Marta deixou isto muito claro ao propor uma emenda que garantiria aos cristãos o direito de expressar suas crenças à respeito da homossexualidade dentro dos templos (mas não fora deles?) O que estão querendo fazer? Empurrar os cristãos <a href="http://normabraga.blogspot.com/2011/05/empurrados-para-o-armario.html" target="_blank">para dentro do ármario</a>, para uma fé privada dentro dos templos? Isto significa que qualquer registro de audio, vídeo ou em forma escrita de opiniões contrárias a prática da homossexualidade poderia ser usado contra seus autores caso seja divulgado fora templo? O PLC 122/06 é uma tentativa violenta de calar a boca de quem discorda da prática da homossexualidade com ameaças de punições que não existem nem para outros casos de constrangimento sexual. Enfim, os problemas legais com relação ao PLC 122/06 são muitos e é preciso tapar os olhos com as duas mãos para ignorá-los completamente.</p>
<p>Muitos cristãos pós-modernos adotaram um visão liberal da Bíblia e já não acreditam que a prática da homossexualidade seja pecado. Aliás, não acreditam em nenhum tipo de pecado pessoal, quando muito só no pecado social e talvez institucional. As escolhas humanas são apenas uma questão de escolha, de ética que muda conforme os tempos e costumes dos povos. Qualquer tentativa de identificar um determinado comportamento como sendo pecaminoso é visto como moralismo religioso e logo já começam as acusações de “fundamentalista”. Os problemas desta visão relativista do mundo são muitos e, francamente, não entendo como alguém que diz seguir Jesus pode embarcar num barco tão furado assim. Talvez seja uma tentativa de manter sua “fé cristã” enquanto busca ser relevante, esquecendo-se do que João disse: a amizade com o mundo (sistema/padrão de pensamento que rege as pessoas que não seguem a Verdade) se torna inimizade para com Deus.</p>
<p>Há muitos que, mesmo não sendo favoráveis à prática da homossexualidade, preferem ficar em silêncio porque acreditam que se manifestar contra o PLC 122/06 é sujar a causa de Cristo, demonstrando falta de amor a todas as pessoas, independente de seu pecado. Muitos pensam que a melhor maneira de demonstrar amor pelo homossexual é não tocar no assunto, para não dar a falsa impressão de que são contra os homossexuais como pessoas criadas à imagem e semelhança de Deus. Entendo este receio. É realmente muito difícil dizer a uma pessoa que você a ama, mesmo discordando de algo que é precioso para ela. Mas não creio que o silêncio, neste caso, seja a melhor resposta. Pois, como já foi apontado por alguns, se o PLC 122/06 for aprovado como está, poderá aprofundar o risco da homofobia e violência contra homossexuais. Portanto, se alguém realmente acredita que a prática homossexual seja contrária à vontade de Deus, mas deseja demonstrar amor e apoio à pessoa do homossexual, inclusive defendendo sua integridade física e seus direitos como cidadão (e creio que todo seguidor de Jesus deveria fazer isso), creio que seria melhor sair do silêncio para encarar a realidade da ameaça do PLC 122/06.</p>
<p>Sinceramente, tenho problemas com todos os posicionamentos acima. Condeno o PLC 122/06 como projeto que ameaça a liberdade de expressão do pensamento e por isto tenho me manifestando publicamente contra este projeto de lei. Mas não me sinto confortável com o modo como muitos pregadores se dirigem a esta ameaça. O tom veemente de muitos soa mesmo como homofobia. Isto é um problema para mim e, creio, para o Evangelho de Cristo. Ao mesmo tempo, não acredito no liberalismo teológico. Para mim, liberalismo teológico não é apenas ultrapassado intelectualmente, mas o único fruto que ele traz é morte espiritual. Portanto, ainda que eu não tenha respostas para muitas questões, não estou disposto a sacrificar a verdade bíblica no altar do relativismo pós-moderno. E, conquanto acredito que precisamos tomar todo cuidado para não transformar a Causa de Cristo num embate político/ideológico e não comunicar a mensagem errada à comunidade gay (uma mensagem de ódio e repulsa em vez de amor), creio que o silêncio acerca do PLC 122/06 não é uma opção diante do risco que ele representa. Por isto acredito que precisamos encontrar meios legítimos de nos manifestar antes que seja tarde demais.</p>
<p>Não se engane: o PLC 122/06 não é contra homofobia, é contra a liberdade de expressão.</p>
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		<title>Cansei dos Cansados!</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 12:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O texto abaixo não foi escrito por mim, mas bem poderia ter sido&#8230; ****** Cansei! Não agüento mais ler textos do tipo “a igreja não presta”, “Deixei a igreja para ser cristão”, “a religião é uma porcaria”, “depois que abandonei a igreja é que entendi o que é ser cristão”, etc&#8230; Não! Não falo daqueles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto abaixo não foi escrito por mim, mas bem poderia ter sido&#8230;</p>
<p>******</p>
<p>Cansei!</p>
<p>Não agüento mais ler textos do tipo “a igreja não presta”, “Deixei a igreja para ser cristão”, “a religião é uma porcaria”, “depois que abandonei a igreja é que entendi o que é ser cristão”, etc&#8230;</p>
<p>Não! Não falo daqueles que, ao criticarem a religiosidade (e não a religião) e o institucionalismo (e não a instituição), nos desafiam a, em comunidade, buscarmos um meio de “oxigenarmos” algo que parece estar empoeirado e sem vida.</p>
<p>Os que criticam, mas permanecem DENTRO, lutando para que o monstro perca a viscosidade e o lodo que assim lhe fizeram e que se volte ao “primeiro amor”, ou à missão integral&#8230; estes têm meu respeito e admiração. Faço coro com eles.</p>
<p>Mas cansei  daqueles que falam por falar&#8230; que entraram na moda (sim, porque agora é moda) de detonarem a instituição por nada! Gente que não tem compromisso com um grupo local e que, através deste, quer mudar o quadro triste em que nos encontramos não tem meu tempo, que já é escasso, para seus exercícios de “francos-atiradores”.</p>
<p>Cansei daqueles que vociferam contra a “instituição oficial” e criam “instituiçõezinhas” paralelas, com a mesma estrutura, mesmo “formato”, mesma liderança&#8230; até porque são formados pelo mesmo tipo de problema da “religião”: pessoas!</p>
<p>Cansei da “apologética” que nada mais é que um humor nonsense , desprovido de compromisso com a Palavra, sem propostas significativas para o que se fazer “no lugar de”. A estes, cabe a mesma crítica que faço ao liberalismo teológico: destroem sem ter nada para construir depois.” Isto é iconoclastia, e não crítica construtiva! Esses nunca souberam o que é a apologética e envergonham aqueles que nos séculos de cristianismo a fizeram às custas de muito estudo, cuidado e zelo.</p>
<p>Cansei!</p>
<p>Cansei porque mesmo achando a RELIGIOSIDADE um câncer no meio da igreja, entendo a religião como algo inerente ao ser humano, que já nasce com essa “falta”, com esse desejo de se “re-ligar” a algo ou alguma coisa. Bater na religião por causa da religiosidade é como desfazer-se da política, como ciência e realidade de um povo, por causa dos políticos e do mau uso que fazem daquilo que deveria ser bom.</p>
<p>Cansei porque mesmo considerando um absurdo e um abuso o que muitos pastores fazem em relação ao dinheiro, sugando literalmente o suado trabalho de seus “fiéis”, valendo-se de ameaças e maldições para aqueles que não lhes entregam os bens, ainda acredito na liberalidade e na validade ainda para hoje dos princípios de sustento e manutenção da obra através de dízimos e ofertas, como frutos de gratidão e consciência.</p>
<p>Cansei porque mesmo não fechando os olhos para os inúmeros pastores pilantras e suas igrejas alienadas, ainda acredito que haja gente séria à frente de ministérios sérios e que há, SIM, igrejas onde a instituição está a serviço do povo e não o contrário. Acredito que aqui e ali, ainda encontramos gente sincera, honesta e que quer realmente ser igreja, UNS COM OS OUTROS, porque entenderam que NÃO EXISTE IGREJA SEM COMUNIDADE!</p>
<p>Cansei porque mesmo sabendo das imperfeições da igreja local é justamente por isso que entendo a graça manifesta no meio da comunidade, onde há a troca de experiências, o “suportar-se uns aos outros”, onde o defeito do outro não é maior que o meu (antes me ensina e me alerta), e JUNTOS, experimentamos da graça que nos une, perdoa e nos transforma dia-a-dia, na nova criação de Deus, sinalizando seu Reino de justiça e amor, apesar de nossas imperfeições.</p>
<p>Cansei!</p>
<p>Quero fazer diferença onde eu estiver, no meio do povo, sem pensar que “me excluindo é que consigo realizar o que Cristo quer”. Isso não existe.</p>
<p>Repito: Só há cristianismo ou “evangelho do Cristo” como preferem os puristas, na vida em comunidade, porque mesmo Deus desconhece a solidão, e existe em comunidade: a trindade! Quando dizemos que podemos viver a vida do Cristo sozinhos, ofendemos a Deus e sua unidade na diversidade trinitariana.</p>
<p>Cansei, mas minhas forças se renovam ao ouvir gente como Ed Rene Kivitz, Ricardo Gondim, Carlos Novaes, Ricardo Barbosa, Valdir Steuernagel, Robinson Cavalcanti, entre outros&#8230; que mesmo reconhecendo a fragilidade (e acho que essa fragilidade é boa) e os defeitos da instituição, a criticam para mudá-la, colocando-a no devido lugar, como serva das pessoas que se reúnem e não como senhora de seus desejos e caprichos.</p>
<p>Àqueles que criticam por criticar&#8230; que “cansaram”, mas estão “descansando em seu cansaço”, perdoem-me&#8230; cansei de vocês!</p>
<p>José Barbosa Junior</p>
<p>Rio, 07 de junho de 2010</p>
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		<title>Homofobia: não cabe ao cristão discriminar</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Dec 2010 15:22:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Além de não poder praticar nem dar seu aval à conduta sexual adulterina e à homossexual, o cristão precisa aprender a arte da convivência com aqueles que as praticam. Por ter se comprometido espontaneamente com Cristo ao se converter, o cristão é membro de uma comunidade cristã e responsável por seu comportamento e testemunho. Porém, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além de não poder praticar nem dar seu aval à conduta sexual adulterina e à homossexual, o cristão precisa aprender a arte da convivência com aqueles que as praticam. Por ter se comprometido espontaneamente com Cristo ao se converter, o cristão é membro de uma comunidade cristã e responsável por seu comportamento e testemunho. Porém, ele não é retirado do mundo, da sociedade no meio da qual vive. Segundo Paulo, o cristão não deve ficar separado dos não-cristãos, que vivem a seu bel-prazer. Para viverem separados, os cristãos “teriam de sair deste mundo” (1Co 5.10, NTLH), atitude com a qual Jesus não concorda. Na oração sacerdotal do Cenáculo, Jesus é claro: “Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno” (Jo 17.15, NTLH). Retirado do mundo, o cristão jamais seria “o sal da terra” e “a luz do mundo” (Mt 5.13-16).</p>
<p>Por uma questão de princípios, se o cristão não se retira da sociedade, ele tem de aprender a conviver com seus contemporâneos e vizinhos, sem se deixar influenciar ou enredar por eles. Convivência e conivência são coisas distintas: “convivência” é viver com outra pessoa; “conivência” é cumplicidade, colaboração, conluio.</p>
<p>Não cabe ao cristão discriminar, desprezar, odiar, maltratar, humilhar ou apedrejar o homossexual ou a lésbica, em uma sociedade em que há muitos outros desvios, como a injustiça, a avareza, o consumismo, a hipocrisia, a idolatria, o ódio, a vingança, a arrogância, a frivolidade e assim por diante. Cabe ao cristão conviver com todas essas pessoas, com temor e tremor, sem espírito de superioridade, reprovando todas essas coisas mais pela conduta do que pelas palavras.</p>
<p>O ensino de Paulo tem um valor imenso se o contexto for considerado. Não há concessão alguma ao desregramento sexual. No mesmo capítulo, o apóstolo é enfaticamente contrário à presença de certo indivíduo da comunidade cristã de Corinto que estava tendo relações com a mulher de seu pai (já morto ou não), provavelmente sua madrasta. Ele deveria ser temporariamente afastado dos privilégios da comunidade, até que sua natureza carnal fosse suplantada pela nova natureza (1Co 5.1-5). No capítulo seguinte, Paulo recorda que entre os membros fundadores da comunidade cristã havia ex-homossexuais ativos e ex-homossexuais passivos, bem como muitos outros ex-isto-e-aquilo (1Co 6.9-11).</p>
<p>Na comunidade, o critério seria um; na sociedade, seria outro. Não se pode exigir que o não-cristão se comporte como cristão, mas é lícito exigir que o cristão se comporte como cristão.<br />
*****<br />
Por Elben M. Lenz César, Diretor-fundador da Editora Ultimato e redator da revista <a href="http://www.ultimato.com.br/conteudo/homofobia-nao-cabe-ao-cristao-discriminar" target="_blank">Ultimato</a> onde o texto foi publicado originalmente.</p>
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		<title>A verdadeira tolerância</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 13:07:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Universidade Mackenzie foi acusada esta semana de defender a homofobia. O motivo foi um texto publicado em 2007 e que, em momento algum, manifesta qualquer espírito de ódio ou violência contra homossexuais, mas restringe-se a manifestar a visão cristã sobre a homossexualidade. Ficou evidente que, na agenda gay, manifestar qualquer opinião contrária a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.Mackenzie.br" target="_blank">Universidade Mackenzie</a> foi acusada esta semana de defender a homofobia. O motivo foi um texto publicado em <a href="http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808" target="_blank">2007</a> e que, em momento algum, manifesta qualquer espírito de ódio ou violência contra homossexuais, mas restringe-se a manifestar a visão cristã sobre a homossexualidade. Ficou evidente que, na agenda gay, manifestar qualquer opinião contrária a sua opção sexual é ser homofobico e intolerante. Já publiquei aqui no blog um exelente texto assinado pelo Israel Belo de Azevedo sob o título <a href="http://www.sandrobaggio.com/2009/08/01/a-intolerancia-dos-tolerantes/" target="_blank">A Intolerância dos Tolerantes</a>. Abaixo está mais um texto sobre a questão do tolerância: &#8220;Os cristãos devem ser tolerantes?&#8221; por Hank Hanegraaff.</p>
<p>****</p>
<p>A tolerância hoje está sendo redefinida a fim de significar que todas as visões são igualmente válidas e todos os estilos de vida, igualmente apropriados. Assim, a idéia de que Jesus é o único caminho é difamada como o epítome da intolerância. Em vez de render-se à cultura, os cristãos devem estar preparados para expor as falhas da tolerância de hoje e, ao mesmo tempo, exemplificar a verdadeira tolerância.</p>
<p>Primeiro, dizer que todas as visões são igualmente válidas soa como tolerante, mas na verdade é uma contradição. Se de fato todas as visões são igualmente válidas, então a visão do cristão deve ser considerada. Porém, a visão cristã afirma que nem todas as visões são igualmente válidas. Desta forma, a redefinição de tolerância em nossa cultura é uma proposição que se autorrefuta. E mais: não toleramos pessoas com quem concordamos; toleramos pessoas de quem discordamos. Se todas as visões fossem igualmente válidas, a tolerância não seria necessária.</p>
<p>Além disso, a redefinição atual da tolerância não deixa espaço para julgamentos morais objetivos. Um terrorista moderno poderia ser considerado tão virtuoso quanto a uma cristã piedosa. Sem um ponto de referência firme, as normas sociais estão sendo reduzidas a meras questões de preferência. Assim, a base moral para resolver conflitos internacionais e condenar práticas intuitivamente más, como genocídio, opressão de mulheres e prostituição infantil, está seriamente comprometida.</p>
<p>Por fim, à luz de seus aspectos filosoficamente fatais, os cristãos devem rejeitar a tolerância de hoje e restaurar a verdadeira tolerância. Esta requer que, apesar de nossas diferenças, tratemos todas as pessoas que encontramos com a dignidade e o respeito que merecem como pessoas criadas à imagem de Deus. A verdadeira tolerância não impede que se proclame a verdade, mas manda que façamos isso com bondade e respeito (cf. 1 Pedro 3.15,16). Em um mundo cada vez mais intolerante com o cristianismo, os cristãos devem exemplificar a tolerância sem sacrificar a verdade.</p>
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		<title>A Cura</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 23:48:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se por estarmos em Cristo nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no Espírito, alguma profunda afeição e compaixão, completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se por estarmos em Cristo<br />
nós temos alguma motivação,<br />
alguma exortação de amor,<br />
alguma comunhão no Espírito,<br />
alguma profunda afeição e compaixão,<br />
completem a minha alegria,<br />
tendo o mesmo modo de pensar,<br />
o mesmo amor,<br />
um só espírito<br />
e<br />
uma<br />
só<br />
atitude.<br />
Nada façam por ambição egoísta<br />
ou por vaidade,<br />
mas<br />
humildemente<br />
considerem os outros<br />
superiores a si mesmos.<br />
Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos  interesses dos outros.<br />
Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus,<br />
que, embora sendo Deus não considerou que o ser igual a Deus era algo a  que devia apegar-se;<br />
mas esvaziou-se a si mesmo,<br />
vindo a ser servo<br />
tornando-se semelhante aos homens.<br />
E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo<br />
e foi obediente<br />
até a morte,<br />
e morte de cruz!<br />
Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está  acima de todo nome,<br />
para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho,<br />
nos céus,<br />
na terra<br />
e debaixo da terra,<br />
e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor,<br />
para a glória de Deus Pai.<br />
Assim, meus amados, como sempre vocês obedeceram,<br />
não apenas na minha presença, porém muito mais agora na minha ausência,<br />
ponham em ação a salvação de vocês com<br />
temor<br />
e<br />
tremor,<br />
pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar,<br />
de acordo com a boa vontade dele.<br />
Façam tudo sem queixas nem discussões,<br />
para que venham a tornar-se<br />
puros<br />
e<br />
irrepreensíveis,<br />
filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e  depravada,<br />
na qual vocês brilham como estrelas no universo,<br />
retendo firmemente a palavra da vida.</p>
<p>(Carta de São Paulo aos Filipenses, 62 A.D.)</p>
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		<title>A Ferida</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 12:41:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tendemos a não viver a realidade porém em sonho, em ideologias e ilusões, em teorias, projetos, coisas que trazem sucesso e fama. As barreiras que cercam nossos corações são profundas e fortes, protegendo-nos da dor. Vivemos no passado ou no futuro ou num sonho. Nossos corações e mentes podem se afastar gradualmente de nossa própria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tendemos a não viver a realidade<br />
porém em sonho, em ideologias e ilusões,<br />
em teorias, projetos,<br />
coisas que trazem sucesso e fama.<br />
As barreiras que cercam nossos corações<br />
são profundas e fortes,<br />
protegendo-nos da dor.<br />
Vivemos no passado<br />
ou no futuro<br />
ou num sonho.<br />
Nossos corações e mentes podem se afastar gradualmente de nossa própria carne e emoções,<br />
do &#8220;agora&#8221; da realidade.<br />
Nós nos colocamos no centro de tudo,<br />
não nutridos por outras pessoas,<br />
nem pela canção dos pássaros,<br />
nem pelo grito de amor que brota<br />
do coração das crianças,<br />
mas por nós mesmos,<br />
insaciavelmente em busca de singularidade e valor<br />
ou caindo nos poços de depressão e revolta,<br />
escorregando para o &#8220;amanhã&#8221; ou o &#8220;ontem&#8221;,<br />
agarrando-nos nas garras do passado.<br />
Isto não significa que não haja ética<br />
e ações moralmente boas ou más.<br />
Podemos escolher fazer o bem e facilitar a vida.<br />
Contudo, toda a fragmentação dentro de nós<br />
solidifica nossas motivações.<br />
Conforme buscamos glória e fama,<br />
querendo provar nossa bondade e valor,<br />
somos todos necessitados de profunda cura interior.</p>
<p>(Jean Vanier em Jesus, o dom do amor &#8211; Paulinas, 1998)</p>
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		<title>Levante Sua Voz&#8230;</title>
		<link>http://www.sandrobaggio.com/2010/03/25/levante-sua-voz/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 17:50:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Abre tua boca em favor do mudo, em favor do direito de todos os desamparados.&#8221; Prov 31.8 A ESTRANHA TEORIA DO HOMICÍDIO SEM MORTE Marcia Suzuki Conselheira de ATINI – VOZ PELA VIDA www.atini.org Alguns antropólogos e missionários brasileiros estão defendendo o indefensável. Através de trabalhos acadêmicos revestidos em roupagem de tolerância cultural, eles estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span><span><span><em>&#8220;Abre tua boca em favor do mudo, em favor do  direito de todos os desamparados.&#8221;</em> Prov 31.8<br />
</span></span></span><br />
A ESTRANHA TEORIA DO HOMICÍDIO SEM MORTE</p>
<p>Marcia Suzuki<br />
Conselheira de ATINI – VOZ PELA VIDA<br />
<a title="link" href="http://www.atini.org" target="_blank">www.atini.org</a></p>
<p>Alguns antropólogos e missionários brasileiros estão defendendo o indefensável. Através de trabalhos acadêmicos revestidos em roupagem de tolerância cultural, eles estão tentando disseminar uma teoria no mínimo racista.  A teoria de que para certas sociedades humanas certas crianças não precisariam ser enxergadas como seres humanos. Nestas sociedades, matar essas crianças não envolveria morte, apenas “interdição” de um processo de construção de um ser humano. Mesmo que essa criança já tenha 2, 5 ou 10 anos de idade.</p>
<p>Deixe-me explicar melhor. Em qualquer sociedade, a criança precisa passar por certos rituais de socialização. Em muitos lugares do Brazil, a criança é considerada pagã se não passar pelo batismo católico. Ela precisa passar por esse ritual religioso para ser promovida a “gente” e ter acesso à vida eterna. Mais tarde, ela terá que passar por outro ritual, que comemora o fato dela ter sobrevivido ao período mais vulnerável, que é o primeiro ano de vida. A festa de um aninho é um ritual muito importante na socialização da criança. Alguns anos mais tarde ela vai frequentar a escola e vai passar pelo difícil processo de alfabetização. A primeira festinha de formatura, a da classe de alfabetização, é uma celebração da construção dessa pessoinha na sociedade. Nestas sociedades, só a pessoa alfabetizada pode ter esperança de vir a ser funcional. E assim vai. Ela vai passar por um longo processo de “pessoalização”, até se tornar uma pessoa plena em sua sociedade.</p>
<p>Esse processo de socialização é normal e acontece em qualquer sociedade humana. As sociedades diferem apenas na definição dos estágios e na forma como a passagem de um estágio para outro é ritualizada.</p>
<p>Pois é. Esses antropólogos e missionários estão defendendo a teoria de que, para algumas sociedades, o “ser ainda em construção”  poderá ser morto e o fato não deve ser percebido como morte. Repetindo – caso a “coisa” venha a ser assassinada nesse período, o processo não envolverá morte. Não é possível se matar uma coisa que não é gente. Para estes estudiosos, enterrar viva uma criança que ainda não esteja completamente socializada não envolveria morte.</p>
<p>Esse relativismo é racista por não se aplicar universalmente. Estes estudiosos não aplicam esta equação às crianças deles. Ou seja, aquelas nascidas nas grandes cidades, mas que não foram plenamente socializadas (como crianças de rua, bastardas ou deficientes mentais).  Essa equação racista só se aplicaria àquelas crianças nascidas na floresta, filhas de pais e mães indígenas. Racismo revestido com um verniz de correção política e tolerância cultural.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-935" href="http://www.sandrobaggio.com/2010/03/25/levante-sua-voz/indio/"><img class="alignleft size-full wp-image-935" title="Indio" src="http://www.sandrobaggio.com/wp-content/uploads/2010/03/Indio.jpg" alt="Indio" width="263" height="229" /></a>Foto: Niawi, menino indígena do Amazonas enterrado vivo aos 5 anos por não conseguir andar. Mãe e pai não queriam sacrificá-lo e se suicidaram antes.</p>
<p>Tristemente, o maior defensor desta hipótese é um líder católico, um missionário. Segundo ele &#8220;O infanticídio,  para nós, é crime se houver morte.  O aborto, talvez, seja mais próximo dessa prática dos índios, já que essa não mata um ser humano, mas sim, interdita a constituição do ser humano&#8221;, afirma.”(1)</p>
<p>Uma antropóloga da UNB, concorda.  &#8220;Uma criança indígena quando nasce não é uma pessoa.  Ela passará por um longo processo de pessoalização para que adquira um nome e, assim, o status de &#8216;pessoa&#8217;.  Portanto, os raríssimos casos de neonatos que não são inseridos na vida social da comunidade não podem ser descritos e tratados como uma morte, pois não é.  Infanticídio, então, nunca&#8221;.”(2)</p>
<p>Mais triste ainda é que esta antropóloga alega ser consultora da UNICEF, tendo sido escolhida para elaborar um relatório sobre a questão do infanticídio nas comunidades indígenas brasileiras.(3) Como é que a UNICEF, que tem a tarefa defender os direitos universais das crianças, e que reconhece a vulnerabilidade das crianças indígenas(4), escolheria uma antropóloga com esse perfil para fazer o relatório? Acredito que eles não saibam que sua consultora defende o direito de algumas sociedades humanas de “interditar” crianças ainda não plenamente socializadas.(5)</p>
<p>O papel da UNICEF deveria ser o de ouvir o grito de socorro dos inúmeros pais e mães indígenas dissidentes, grito este já fartamente documentado pelas próprias organizações indígenas e ONG’s indigenistas.(6)</p>
<p>A UNICEF deveria ouvir a voz de homens como Tabata Kuikuro, o cacique indígena xinguano que preferiu abandonar a vida na tribo do que permitir a morte de seus filhos. Segurando seus gêmeos sobreviventes no colo, em um lugar seguro longe da aldeia, ele comenta emocionado:</p>
<p>“Olha prá eles, eles são gente, não são bicho, são meus filhos.<br />
Como é que eu poderia deixar matar?”(7)</p>
<p>Para esses indígenas, criança é criança e morte é morte. Simples assim.</p>
<p>NOTAS<br />
(1) <a title="llnk" href="http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=347765" target="_blank">http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=347765</a><br />
(2) idem<br />
(3) Marianna Holanda fez essa declaração em palestra que ministrou em novembro de 2009 no auditório da  UNIDESC , em Brasília.<br />
(4)<a title="relatório" href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=2&amp;ved=0CAkQFjAB&amp;url=http://www.unicef.pt/docs/pdf_arquivo/2004/04-02-25_innocenti_digest_n_11.pdf&amp;rct=j&amp;q=UNICEF+relat%C3%B3rio+crian%C3%A7as+ind%C3%ADgenas+vulner%C3%A1veis&amp;ei=fW-hS47tCoT2sQOVzZnhAw&amp;usg=AFQjCNE5YLDmlaDBe3eUQLoT_-UaruJyMQ" target="_blank"> Segundo relatório da UNICEF, as crianças indígenas são hoje as crianças mais vulneráveis do planeta.</a> “Indigenous children are among the most vulnerable and marginalized groups in the world and global action is urgently needed to protect their survival and their rights, says a new report from UNICEF Innocenti Research Centre in Florence.”<br />
(5) Em algumas sociedades, crianças não socializadas seriam gêmeos, filhos de mãe solteira, de viúvas ou de relações incestuosas, crianças com deficiência física ou mental grave ou moderada, etc. A dita “interdição” do processo pode ocorrer em várias idades, tendo sido registrada com crianças de até 10 anos de idade, entre os Mayoruna, no Amazonas. Marianna defende essa “interdição” em dissertação intitulada “Quem são os humanos dos direitos?”  <a title="Estudo" href="http://www.direitoshumanos.etc.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2483:estudo-contesta-criminalizacao-do-infanticidio-indigena&amp;catid=21:indigenas&amp;Itemid=165" target="_blank">Estudo contesta criminalização do infanticídio indígena.</a><br />
(6) <a title="link" href="http://www.quebrandoosilencio.blog.br" target="_blank">www.quebrandoosilencio.blog.br</a> <a title="link" href="http://www.atini.org" target="_blank">www.atini.org</a><br />
<a title="link" href="http://www.movimentoindigenaafavordavida.blogspot.com" target="_blank">www.movimentoindigenaafavordavida.blogspot.com</a><br />
<a title="link" href="http://vimeo.com/1406660" target="_blank">http://vimeo.com/1406660</a> <a title="link" href="http://www.conplei.org.br/2009/carta-aberta-contra-infanticidio-indigena-brasil.html" target="_blank">carta aberta contra o infanticídio indígena.</a><br />
(7) Trecho de depoimento do documentário “Quebrando o Silêncio”, dirigido pela jornalista indígena Sandra Terena. O  documentário  está disponível no link <a title="link" href="http://www.quebrandoosilencio.blog.br" target="_blank">www.quebrandoosilencio.blog.br</a></p>
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